SUGESTÕES DE AÇÕES A SEREM TOMADAS PELOS PROFESSORES CATARINENSES

O QUE IRÃO FAZER E OU JÁ ESTÃO FAZENDO:

– Orientar as comunidades que não façam mais mutirões para qualquer tipo de reparos em escolas. A manutenção das unidades de ensino público estadual é uma das atribuições do governo, e só, dele. A população já paga impostos, exorbitantes, para que o governo faça funcionar adequadamente a máquina administrativa, contudo, verbas destinadas para a educação são desviadas para atender outros interesses, inclusive, outros poderes, como o legislativo e o judiciário.
– Procurar fazer atividades escolares envolvendo a comunidade, no sentido de que esta vá até a escola, conhecê-la de perto sua realidade e tenha, também, momentos de lazer, de alegria, de cultura. E não, chamar os pais somente para ouvir sermões, reclamações sobre os filhos, e ser solicitado a contribuir financeiramente na manutenção da escola, cuja responsabilidade é do Estado.

Confeccionar camisetas pretas com os nomes dos deputados que passaram a ser “INIMIGOS DA EDUCAÇÃO PÚBLICA CATARINENSE”. São eles: governador, vice-governador, secretário e deputados que votaram contra a educação, ausentaram-se e se omitiram, no fatídico dia 13/07/2011.
– Colocar a lista acima em todas as escolas, distribuir também, entre as comunidades, vizinhos, amigos, parentes e no comércio.
– Passar a lista para todos os amigos na rede, assim como espalhá-la em todas as redes sociais, seja dentro ou, fora do Estado.
– Fiscalizar e denunciar qualquer irregularidade nas escolas, bem como, ficar atento sobre as verbas da educação e seu destino.
– Fiscalizar e denunciar as escolas com falta de manutenção.
– Fiscalizar e denunciar a qualidade e irregularidade na distribuição da merenda escolar.
– Pressionar o SINTE para que organize reuniões em todas as escolas, transmitindo estas decisões para que se tornem oficiais e para que o governo saiba que de agora em diante, os professores farão, com afinco, denodo, tão somente o que lhe compete, o que lhe é de sua responsabilidade no exercício profissional. O governo, que faça sua parte e a sociedade, junto conosco, seja o elemento fiscalizador.
– participar ativamente de reuniões, cursos, debates, assembléias, troca de informações, entre professores, visando a manutenção da união e aprimoramento da classe, para que sirva de instrumentos que levem a um maior reconhecimento e valorização profissional, buscando a mudança da realidade de nosso Estado e do nosso país, que todos querem, mas, poucos lutam pra isso!
– Fixar o dia 13/07 (13/07/2011), como data a ser lembrada anualmente pelo magistério catarinense (Levante do Magistério/outras sugestões….).
– Gestionar junto ao SINTE para apressar a formação da comissão de fiscalização dos recursos do FUNDEB.

– Investigar a forma ilegal que o governo tem se utilizado das APPs e denunciar ao SINTE e ao Ministério Público.

– Utilizar dos meios disponíveis, inclusive dos alunos com seus celulares, para registrar fotograficamente, os problemas de manutenção, merenda jogada no lixo, etc., encontrados na escola. Com essas provas, confeccionar relatório minucioso com todos os dados do estabelecimento de ensino, encaminhando-o ao secretário da educação, à imprensa, ao MP e disponibilizando-o também na internet. Assim, estar-se-á despertando sentimentos de cidadania junto aos alunos e na comunidade.

– Denunciar a contratação de pessoas não habilitadas para ministrarem aulas com o intuito de fechar o ano letivo.

– Preparar um DVD com as filmagens dos professores durante a greve, principalmente, do dia 13/03, evidenciando a forma como os professores foram tratados na ALESC, e passar para os alunos em sala de aula (um professor já fez isso em sua escola e a reação dos alunos foi uma só: INDIGNAÇÃO E TOTAL APOIO AOS PROFESSORES).

– Conscientização a partir das salas de aulas, mas que ultrapasse os muros das escolas, no sentido de mostrar à população quais as obrigações do governo e suas negligências.

– Envidar todos os esforços, no sentido que o aluno se conscientize da importância dos estudos, de estar atualizado das coisas reais do dia a dia e assim, poder ter um melhor entendimento do mundo que o cerca ( o mundo real).

– Sempre que puder, tentar inserir em sala de aula, momentos de discussão sobre denúncias, buscando fazer com que o aluno venha a apontar possíveis maneiras de lutar contra a situação caótica em que vive nosso Estado e nosso país!

– Nunca desanimar por mais difícil que pareça a situação. Comete-se erros e acertos, ganha-se batalhas, perde-se outras, mas a luta continua ou, nossos adversários sairão sempre vitoriosos.
– Se possível fazer cartas abertas como as escolas de Araranguá!
– Desfiliar-se, o quanto antes, dos partidos da base do governo Colombo (PMDB, PSDB, DEM, PSD, PPS, PP), e pedir para familiares, amigos, conhecidos, pais e alunos para que façam o mesmo.

– Não votar, nas próximas eleições, nos deputados que se posicionaram contra as reivindicações dos professores e por isso são considerados “INIMIGOS DA EDUCAÇÃO PÚBLICA CATARINENSE”. São os que votaram a favor do famigerado projeto do governo, os que se omitiram na votação e os que se ausentaram sem motivo justificável. Tentar convencer familiares, amigos, conhecidos, pais e alunos para que façam o mesmo.

– Procurar aconselhar e orientar as comunidades a não mais disponibilizar qualquer tipo de valores seja a título de contribuições ou, outra denominação qualquer, para a escola se manter.

– Manter um grupo forte e unido no estabelecimento onde lecionam, gestionando junto ao SINTE, um melhor acompanhamento da vida profissional do professor, apoiando-o, orientando-o, auxiliando-o, deixando-o sempre ciente de seus direitos profissionais e no aprimoramento intelectual.

– Comunicar à direção do estabelecimento de ensino, aos pais, aos alunos, à APP, dessa nova tomada de atitude por parte dos professores.

– Orientar à APP da escola sobre o seu real papel, pois atualmente, serve somente para assumir responsabilidades que são totalmente do governo. Inclusive, dos riscos processuais e fiscais que correm seus dirigentes.

O QUE NÃO IRÃO FAZER E OU JÁ NÃO ESTÃO FAZENDO:

– Não auxiliar na venda de rifas, bingos, festas ou, qualquer tipo de atividade que venha a se reverter em arrecadação de verbas para as escolas. É obrigação do governo.

– Não levar qualquer tipo de trabalho escolar para fazer ou terminar em casa, utilizando seu tempo de descanso, repouso, lazer, etc.. A escola tem que disponibilizar tempo para que o professor possa fazer as suas atividades extraclasse no próprio estabelecimento de ensino

49 comentários em “SUGESTÕES DE AÇÕES A SEREM TOMADAS PELOS PROFESSORES CATARINENSES

  1. …AUDITORIA FEDERAL JÁ!!!<<<<<<<CADÊ A VERBA polpuda DO FUNDEB???……………………………………………………………………………………….#

    Rosângela………….."RÔ, RÔ, RÔ!!!"

    Olá,

    Como se sentem certas pessoas traidoras do movimento ao saberem que os educadores do estado de Santa Catarina foram usados como bodes espiatórios para os governadores dos demais estados brasileiros na luta pela aplicação do FUNDEB na educação? E os educadores que ficaram nas salas de aula e aqueles que voltaram antes da última Assembleia Estadual? Todos têm problemas pessoais e motivos, mas pior mesmo é se alguém e alguns se venderam.

    O governo estava emperrado com a nossa greve e investiu o quanto pôde, inclusive colocando 37 policiais, policiais à paisana e o BOPE na AL durante a votação contra a qualidade na educação, para que ela terminasse e pudesse anunciar os seus interesseiros investimentos no estado e sabe lá no que mais, porque o dinheiro do FUNDEB existe. O fundo da educação sempre existiu, assim como todas as verbas que diz estar nas referidas repartições públicas. Sempre foi usado para as campanhas eleitoreiras e supérfluos, não há dúvidas. No ano que vem haverá campanhas para eleger prefeitos — e disso sabem muito bem os nossos deputados estaduais que votaram contra nós e que têm os seus interesses como prioridade — e nenhuma preocupação com as crianças e os jovens que estão nas escolas estaduais. Então desviar o FUNDEB é o objetivo deles como nossos representantes eleitos por nós.

    Professores acamparam durante o frio mais intenso das últimas décadas, professor segurou placa durante toda as mobilizações pedindo “FUNDEB AUDITORIA JÁ!”, professor desempregado não aceitou ser substituto de professor que estava no movimento, aluno participou do movimento do primeiro ao último dia e tantos trabalhadores da educação na luta brigando pelos direitos.

    Todos precisam inteirar-se a tudo isso daqui pra frente e se informar para não se deixar levar por aqueles que consideram líderes. Agora precisamos mesmo de um bom endereço eletrônico para nossos alunos e seus pais, para pedirem conosco a aplicação do FUNDEB na educação imediatamente. Conscientizá-los por comunicado escrito no quadro, para cópia pelos alunos e conferência de assinatura dos pais por nós, para nos certificarmos de que realmente leram. Nesse comunicado deverá ter informação sobre o FUNDEB – dinheiro da educação para os estudantes que chega na forma de cursos de aperfeiçoamento para o professor, na melhoria do salário do professor, na garantia de um espaço escolar seguro, confortável, bem equipado e belo, garantindo a qualidade da educação.

    Sou a professora que reivindicou o uso do microfone para falar e agora expresso por escrito o meu desabafo e aproveito para fazer esta campanha pela APLICAÇÃO DO FUNDEB NA EDUCAÇÃO IMEDIATAMENTE.
    …O MOVIMENTO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO CATARINENSE CONTINUAAA FIRME, FORTE E COESO!!!<<<<<<<É ESTADO DE GREVEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE!!!…abraço fraterno

  2. …AAAUDITORIA FEDERAL JÁ!!!<<<<<<>>>>>>O MOVIMENTO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO CATARINENSE CONTINUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!
    …ESTUDANTE Defende Profissão de Professor(A)

    29 de julho de 2011…………..”ESTUDANTES, MESTRES(AS) DA PRÓXIMA GERAÇÃO!!!”

    …Depoimento da ESTUDANTE Thayná Monteiro, da EEB. Profª Maria Garcia Pessi, de Araranguá:

    Estou decepcionada, não, não com a greve, pois acho que lutaram por uma causa mais que justa, lutaram por uma lei, a lei da educação. Estou decepcionada por muitos de vocês estarem desvalorizando a sua própria profissão. Nessa volta as aulas todos os professores falaram sobre a greve, vários desprezavam sua própria profissão, o professor. Tá, tudo bem, mas ai eu pergunto, qual será a próxima geração de educadores? Quem irá dar aulas aos nossos filhos? O Brasil está andando pra trás, daqui a 20 ou 30 anos, quem sabe, as aulas serão em casa, como antigamente. É o mundo, ou melhor, o Brasil e mais especificamente Santa Catarina esta regredindo a evolução.

    Não é irônico? O Brasil está em 85º lugar na educação, e ninguém está se lixando pra isso. Já no futebol o Brasil ficou em 8º melhor do mundo e todos ficaram tristemente revoltados.

    Professor… Existe alguma profissão melhor? Todos passam por professores: jogadores de futebol, advogados, médicos, dentista e até mesmo juiz, TODOS passam pelo professor. Professores no início de suas jornadas ganharam um dom, o dom de ensinar e ao longo da jornada o aperfeiçoam ainda mais. Eu tenho muito orgulho, de todos meus professores, e tenho gratidão eterna por todos os meus mestres, desde os professores do pré-escolar até os de hoje. E o que fez eu me orgulhar ainda mais, foi depois da luta, dessa batalha (não vou dizer batalha perdida, pois nada está perdido, os bons sempre vencem, e nós sabemos quem são os bons nessa história, também não vou chamar de batalha não conclusa, por que cada passo que deram, cada lágrima que derramaram não foi em vão, creio que isso os fortaleceu e fortalece cada vez mais), vocês entrarem na sala sorrindo, de cabeça erguida, isso foi o melhor presente que um aluno pode ganhar, pois vemos a esperança em seus olhos.

    Então professores nunca digam ao seus alunos que não vale a pena ser professor, que não vale apena se aperfeiçoar nessa área, porque ser professor é ser tudo, é ser muito mais. Muitos alunos, principalmente de 2º e 3º ano, então em cima do muro, eles não tem certeza do que fazer, e falando isso vocês vão fazer eles cair para o lado errado do muro, pois seus sonhos vão ser acabados e suas esperanças abaladas.

    Quero que saibam que sempre vou estar do lado de vocês professores, pois vocês me ensinaram a ler, a escrever, a ter minhas próprias ideias, vocês me educaram, e nunca desistiram de mim, toleraram minhas conversas e minhas brincadeiras, foram rígidos quando preciso. Vocês não me ensinaram apenas as matérias de matemática, português, história, geografia ou essas outras pelas quais estão no boletim, mas vocês me ensinaram uma matéria que nunca vou esquecer vocês me ensinaram a matéria VIDA…”BIO”

    Obrigada Professores(AS). Peço algo a vocês, peço que nunca desistam dos seus objetivos, nunca desistam do ensino, nunca desistam do Brasil, pois é só acreditando e fazendo acontecer que tudo se torna real. …É ESTADO DE GREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEVEE!!!…….GALERA, NA RESISTÊNCIA!!!!!!!…abraço fraterno…”FUNDEB NELES!!!”Auditoria Federal JÁ!!!

  3. …AUDITORIA FEDERAL JÁ!!!<<<<<<<CADÊ A VERBA polpuda DO FUNDEB???……………………………………………………………..BOA LEITURA GALERA!!!………………………………………………………………………………sábado, 30 de julho de 2011
    Três anos de sindicato

    Por Elaine Tavares – jornalista e suplente do Conselho Fiscal do SJSC

    Eis que se aproximam novas eleições para o Sindicato dos Jornalistas. É tempo, então, de prestar algumas contas políticas já que ao longo destes três anos fiz parte da chapa que dirige a entidade. No geral, as conversas que se ouvem entre os colegas é a mesma de sempre: o sindicato não faz nada. E, também, no geral, aqueles que costumam dizer isso são os que menos informações têm sobre o trabalho do sindicato, os que menos entram na página institucional, os que sequer são filiados. Mas, isso não é coisa que acontece só no mundo dos jornalistas. É assim em todas as categorias. Não faço então qualquer juízo de valor acerca destas criaturas, porque me parece típico da maioria dos seres humanos preocupar-se unicamente com seu micro-entorno. Já diz Rubem Alves, a gente só “conhece” algo quando o corpo dói. Então, a maioria só acaba conhecendo o sindicato quando seu problema singular exige a presença deste secular instrumento de luta dos trabalhadores. Raros são aqueles que se movem por interesses coletivos, que oferecem seus dias para a construção da mudança social, mudança radical para todos. Então, este mantra do “sindicato não faz nada” não constitui novidade e é papel da direção procurar desfazer esta inverdade. Nunca é fácil.

    Também é comum que as pessoas envolvidas nas lutas coletivas, que se entregam até a medula, sintam-se entristecidas com a falta de conhecimento sobre seus esforços. Isso também é bobagem. Quem se doa à luta, o faz porque quer, e não deveria, de maneira alguma, esperar ser carregada nos braços do povo ou encontrar reconhecimento. Caminhar na estrada da vida sindical é escolha política e deveria ser encarada assim, sem maiores sofrimentos, até porque, ao longo da estrada há muitos e saborosos morangos.

    A luta sindical nestes tempos sombrios do início do século XXI é uma luta de poucos, o que não significa que seja solitária. Pelo contrário. Um sindicato que estabelece relação visceral com o problema das gentes está sempre na companhia de alguém que lhe precisa. E, nos marcos do mundo capitalista, dependente e com superexploração do trabalho – como bem já analisou Ruy Mauro Marini sobre a situação dos países periféricos – o sindicato ainda é um dos instrumentos mais necessários, justamente para aquela dor da qual falei lá em cima: a dor singular do ser no seu mundo particular. Só quem vive essa dor e encontra abrigo no sindicato sabe: ele é necessário!

    Ao longo destes três anos acompanhando a práxis da direção do SJSC – sou suplente do Conselho Fiscal, mas com participação efetiva na vida orgânica da entidade – tenho visto coisas incríveis. Qualquer jornalista, em qualquer cantinho deste estado, se está sofrendo no trabalho e pede atenção do sindicato, a tem. Rubens Lunge, presidente, e único liberado, não mede esforço. Pega sua mochila e sobe no primeiro ônibus, visitando cada lugar que exija a presença do sindicato. Ainda que seja uma única alma, no interior de Descanso, numa vereda de São Miguel do Oeste, numa trilha do Sul ou num pequeno município do Norte, lá está o Rubens. Disposto, ele conversa, negocia, denuncia, exige, avisa, ouve, acolhe, aconselha, encaminha. E, na medida do possível, outros diretores (as) fazem o mesmo, deslocando-se, desdobrando-se, pensando, elaborando, cuidando dos interesses de toda a categoria. Esse é um trabalho duro e pouco visível. Porque estas “pequenas” dores, escondidas nos lugares mais distantes não são alardeadas em jornal. São as que pedem a prática cotidiana da defesa dos direitos, contra o assédio moral, contra a superexploração. E, também, no geral, as pessoas estão acostumadas a grandes obras, grandes mobilizações, coisas que dão visibilidade, por isso, talvez, não consigam ver valor nestas singelas ações.

    Não obstante, o SJSC também fez debates, buscou refletir a vida laboral do jornalista, visitou lugares de trabalho, promoveu arte, envolveu-se em polêmicas como a da sindicalização dos não diplomados beneficiados com a decisão do STF. Não fugiu da luta, não se escondeu, não se omitiu, enfrentou as intrigas e a má-fé. Realizou manifestações na luta pelo diploma e peregrinou pelos gabinetes para garantir que os jornalistas contratados pelo serviço público estadual sejam todos diplomados.

    Atacado pelos colegas diplomados, permaneceu firme na defesa da luta de classe, seguindo o postulado guevariano: “enquanto houver um injustiçado, somos companheiros”. Na luta contra a exploração dos trabalhadores, o sindicato se colocou do lado de quem está oprimido, diplomado ou não. Atacado pelos não-diplomados, perseverou na defesa da formação específica em Jornalismo porque entende que isso melhora o jornalista e o jornalismo, e se colocou junto a eles na briga por mais universidades públicas, onde cada um possa estudar livremente e sem custos. Nenhuma contradição, apenas a certeza de que o papel do sindicato é defender os trabalhadores colocados na condição de jornalistas, por diploma ou por força do STF. Todos são iguais diante do explorador.

    Não vou dizer que foram três anos de bem-aventuranças. Nunca é fácil atuar em coletivo, quando diferentes são os pensares e as colorações políticas. É sempre uma queda de braço defender propostas, visões de mundo, concepções sindicais. Toda a reunião oferece tensões, propicia brigas, discussões, violentos debates. Caras torcidas, lágrimas, mágoas. Mas, nada que não se resolva quando todos reconhecem que menos do que nossas pequenas vaidades, o mais importante é a luta coletiva, o interesse da categoria. Posso dizer que nós conseguimos lograr essa façanha.

    Entre militantes petistas, pecebistas e independentes, atravessamos os mares revoltos das divergências porque soubemos colocar a categoria em primeiro plano. Foi uma experiência riquíssima. Lembro que antes de aceitar fazer parte desta chapa, tivemos muitas conversas com colegas que nos advertiam contra este ou aquele companheiro. E ouvimos, pacientes e atentos, decidindo então arriscar em nome de uma proposta de trabalho generosa e participativa. Não foi coisa fácil. Vez ou outra vislumbrávamos aqueles defeitos apontados e franzíamos o cenho, arrependidas, mas, logo em seguida, escancaravam-se surpreendentes atitudes humanas, de profunda ternura e delicadeza, que aquele defeito vislumbrado se revestia de total desimportância. Atitudes mesquinhas, autoritárias, controladoras, quem não as tem? Mas, entre nós, sempre prevaleceu o diálogo aberto, fraterno e as decisões coletivas. Erros cometidos eram admitidos e, entre risadas, nos refazíamos das polêmicas, seguindo em frente na direção do ainda-não. Porque para além das nossas diferenças o que nos baliza é a categoria.

    Alguém pode até questionar: mas por que essa guria está escrevendo isso? Quer ganhar voto? Apelar para o sentimentalismo? Podem ser todas estas coisas. Eu sou assim. Gosto de me expor. Prefiro que me apontem o dedo pelas coisas cristalinas que apresento – ainda que muitas vezes me equivoque – do que pela omissão. Ao chegar ao final de um mandato de três anos quero dividir com os colegas jornalistas essa experiência de trabalho e vida, assim, nos meus termos, relatando a incrível aventura humana que pude partilhar com cada um dos colegas que tocaram cotidianamente essa direção. O Hilton, a Miriam, o Sassi, o Chico, o Sarará, o Prates, o Iran, o Josemar, o Formiga, a Fabíola, o Rubens. Grandes companheiros, verdadeiramente dedicados à categoria dos jornalistas.

    Ao prestar contas a todos aqueles que há três anos votaram nesta chapa da qual fiz parte, quero também agradecer a cada um destes queridos companheiros que me acompanharam nos atos, nas negociações, nas chatérrimas feituras de atas, nas caminhadas sob a chuva, nos congressos, enfim… nesta feliz jornada.

    Para mim que, nos tristes dias de 2001, 2002 e 2003, quando sofri – junto da companheira Raquel Moysés – censura e assédio moral, e busquei neste sindicato o abrigo para nossa dor, sem encontrá-lo, posso considerar que cumpri – na partilha amorosa com os demais companheiros desta chapa – a missão a que me propus quando aceitei participar desta chapa: fazer a luta e amparar o trabalhador na sua dor. Nestes tempos sombrios, repito, de superexploração e esgotamento do humano, isso não é pouca coisa.

    Agora, na eleição que se avizinha, quero de novo, estar com eles. A Chapa 1. Os companheiros e companheiras que, sei, por experiência real, tudo farão para acolher os colegas e para realizar o bom combate. Essa é uma gente que está na luta cotidiana, presente. E com esses parceiros, eu vou!
    …É ESTADO DE GREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEVEEE!!!…GALERA, abraço fraterno

  4. …AUDITORIA FEDERAL JÁ!!!<<<<<<>>>>>>O MOVIMENTO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO CATARINENSE CONTINUAAA!!!………………………………………………………………………..terça-feira, 3 de agosto de 2011
    Quando bate o vento sul ………….. “OU SERIA O NOROESTE???”
    O meu “NOSSO” Campeche fica doido em dias de vento sul, tal como hoje, nessa terça-feira luminosa. Pelas ruas de areia, nada se segura. Voam os cabelos, as roupas nos varais, as telhas, as cadeiras do quintal. Caem os limões maduros, os mamões. Tudo fica agitado, como se fosse o prenúncio de um fim de mundo. Os cachorros uivam, um lamento estranho, como se comunicassem com forças invisíveis. Lá longe ruge o mar, onde as criaturas sagradas vivem. As ondas se agigantam e aconselham a não sair de canoa.

    Quando vem a noite tudo fica ainda mais assustador. As corujas não voejam, escondem-se sabe lá onde. Não há vagalumes e os gatos ensaiam pulos endoidecidos. “Têm visagens”, dizem os antigos. Arrepios. Os sinos de ventos ficam numa dança louca e o seu tilintar avisa que é tempo de sossegar. As cortinas dançam por conta das rajadas que ultrapassam as gretas da madeira. As portas pipocam.

    Essas são as noites em que as bruxas da ilha saem ao vento a fazer estripulias. Por isso as coisas batem e trocam de lugar. Dizem que se a gente andar pela rua escura sem algo cobrindo a cabeça, elas montam no vivente e aí, é um deus nos acuda. Pode até ser que a pessoa não consiga chegar a casa. Todo cuidado é pouco nestes dias de ventania.

    É por isso que agora, quando a barra do dia já caiu, eu espio pela porta e me aquieto, chimarreando. Rodeada por gatos, cachorros e gentes, só me resta aprontar a sopa e contar histórias. Estas lindas histórias dos tempos de antanho.
    Postado por Elaine Tavares às 14:07 …………………………………………………….É ESTADO DE GREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEVEEE!!!…………..NAAA RESISTÊNCIAAA … GALERAAA!!!

  5. …AUDITORIA FEDERAL JÁ!!!<<<<<<<CADÊ A VERBA polpuda DO FUNDEB???……………………….Boa Leitura Galera………………..sexta-feira, 5 de agosto de 2011…"Elaine Tavares, Menina da Fronteira Sul!"
    A limpeza de Dilma e o que se esconde sob o tapete

    A mídia comercial geralmente não tem partido. É neutra, dizem seus donos. Isso é uma meia verdade. Na química, neutro é aquilo que não é ácido nem base e na física diz-se dos corpos que não apresentam eletricidade. Na política, neutro é quem não toma partido entre as forças beligerantes. Então, nesse contexto, a mídia se arroga o direito de dizer que não toma partido, apenas mostrando o que acontece. Bom, pode-se dizer que os veículos de comunicação brasileiros não são ácidos nem são base, tampouco apresentam eletricidade, mas, que tomam partido diante das forças beligerantes , ah , lá isso tomam. No geral, a mídia está sempre do lado do poder. Não importa se é de direita ou de esquerda. A pessoa sentou na cadeira presidencial e, num repente, todos os meios já se domesticam.

    No caso do Brasil houve uma simbiose. Quando Luis Inácio elegeu-se presidente advogando a etiqueta de “homem da esquerda”, houve certo rumor e desconforto. Mas, seu primeiro ato como presidente foi ceder uma entrevista exclusiva para a maior rede do país, a Globo. Estava selada a paz. Depois, as verbas publicitárias foram generosamente distribuídas e tudo ficou como dantes no quartel de Abrantes. Durante os oito anos em que governou Luis Inácio, a mídia se comportou direitinho.

    Na troca de governo para Dilma Roussef as coisas seguiram iguais. Durante a campanha pode-se sentir uma espécie de recaída, pois os poderosos têm hábitos alimentares que podem ser escondidos, mas nunca superados. E, os espectros do Serra e do PSDB acirraram as glândulas salivares das grandes redes. Mas, as urnas deram vitória à sucessora de Luis Inácio e os donos das palavras logo voltaram ao ponto anterior, de paparicação do rei, agora, no caso, rainha.

    Passado um semestre do governo da nova presidenta, seguimos vendo a mídia fazer seu papel “neutral”. Diante da crise de corrupção generalizada dentro do governo, lá estão os âncoras das grandes redes a louvar a capacidade de “faxina” de Dilma Roussef. A mulher não tem medo de assumir seu posto de mando e está conseguindo garantir a ética e a retidão no uso da coisa pública. Roubou, está fora. Não há mole para a corrupção. Olhando as reportagens a imagem de Dilma é a de uma Diana Caçadora, no caso, dos corruptos. Já vimos esse filme.

    Para os espectadores que consomem as notícias do Jornal Nacional, do Datena ou do jornal da Record, a impressão é de que este é o tema mais importante a ser tratado no país. A faxina nos transportes, a faxina nos ministérios, a força da presidenta em livrar a nação dos ladrões. Cada dia aprece um caso diferente de corrupção pequena, média ou grande. É a agenda. Mas, como bem lembra o professor de Economia da UFSC, Nildo Ouriques, a corrupção tem três níveis: o dos pequenos ladrões, o das privatizações e o do sistema financeiro. “Dilma está atacando apenas o primeiro nível, o que é importante. Mas precisamos fazer uma devassa no processo das privatizações, no qual a Vale do Rio Doce, por exemplo, no mesmo ano em que foi vendida por três bilhões, teve um lucro de cinco bilhões. E ainda tem o sistema financeiro, com lucros exorbitantes. Isso precisa também ser investigado e sanado”.

    O outro lado da moeda

    Enquanto louva-se a “limpeza” presidencial na região norte do país, todo o dia morre alguém, lutando contra a avançada dos latifundiários sobre as terras indígenas. Lutam os ribeirinhos e povos originários contra a gigante barragem que vai destruir a vida de quase todo o Xingu. Uma barragem que já se mostrou desnecessária diante das novas tecnologias energéticas, mas que segue a passos largos atendendo aos interesses das grandes empreiteiras e das multinacionais.

    Nos supermercados os preços disparam e os salários das gentes empobrecidas já não são suficientes para uma vida digna. A inflação avança. Imagine quem não tem salário e vive de bico. Nisso, o programa do Gugu é pródigo, mostrando a desgraça da vida dos imigrantes nordestinos em São Paulo, que rezam a deus para que o apresentador sorteie sua carta e eles possam voltar para casa. É, a mídia também tem suas contradições, como diria o grande Adelmo Genro.

    Entre os trabalhadores a situação é mais grave. Com o movimento social e os sindicatos praticamente destruídos durante o governo de Luis Inácio, domesticados pela cooptação, pela “mesa de negociação permanente”, pelos cargos e pela divisão, o governo avança no aniquilamento dos direitos trabalhistas, sem que haja grandes protestos.

    No ano passado, durante a greve dos trabalhadores da Justiça Federal, Luis Inácio apelou para o Supremo Tribunal de Justiça, pedindo ilegalidade da greve, criminalizando a Federação dos Trabalhadores, a Fenajufe. A ação governamental foi um golpe tremendo no direito à greve, e acabou desestruturando o movimento, uma vez que o STJ deferiu uma liminar exigindo que 60% voltassem ao trabalho sob pena de multa, até que fosse julgado o mérito. Em 2011 saiu o acórdão que julgou a questão dizendo que o STJ não tinha condições de julgar contra a Fenajufe, porque o âmbito da greve deveria ser restrito às bases dos sindicatos e não à Federação, que seria apenas uma subsidiária.

    Agora, durante a greve dos trabalhadores das Universidades Federais, a presidenta Dilma usa do mesmo expediente e manda a Advocacia Geral da União entrar na Justiça contra os trabalhadores técnicos-adminsitrativos em greve, também esperando pela decretação da ilegalidade do movimento. Já escolados pelo caso da Fenajufe, a ação não é só contra a Fasubra (federação que representa os técnicos-administrativos), mas também contra cada sindicato local. Isso significa que a greve pode ser julgada nos mais diversos tribunais regionais. Enquanto isso, o movimento paredista segue caminhando para mais de 60 dias, sem que o governo aceite estabelecer uma mesa de negociação real. É a mais alta expressão do autoritarismo.

    Enfim, toda a austeridade e retidão que a mídia tem incensado à exaustão não colocam em xeque, por exemplo, a distribuição de dinheiro público para as obras que envolvem a Copa do Mundo de 2014. Os estádios gigantes que serão construídos com dinheiro do povo servirão para quem? Serão colocados à disposição das gentes brasileiras para a prática de esportes ou servirão para engordar a conta de cartolas do mesmo naipe de Ricardo Teixeira? Alguém tem alguma dúvida quanto às respostas?

    A corrupção é uma praga difícil de estancar, e justamente por isso não deveria ficar só no primeiro nível, como aponta Ouriques. Uma verdadeira limpeza precisa chegar também às multinacionais, às grandes empresas prestadoras de serviço ao Estado, aos crimes de lesa pátria cometidos durante as privatizações e aos embusteiros cotidianos que conformam o sistema financeiro nacional. Sem isso, é insuficiente. E, no caso da mídia, o mais interessante seria que praticasse o verdadeiro jornalismo em vez de ficar posando de vestal pudica e neutral.

    Postado por Elaine Tavares às 06:28 …………………………………………………….O MOVIMENTO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO CATARINENSE CONTINUA FIRME E FORTE, BATENDO SEM TRÉGUA NA LINHA DE CINTURA DA CORJA (e que cintura!COS DE BARRIL!)…………..É ESTADO DE GREEEEEEEEEEEEEEEEEVEEE!!!…Abraço UBUNTU

  6. …”ACORDA POVO CATARINENSE!”…………..AUDITORIA FEDERAL JÁ!!! ……………………………………………… el flores diz:
    10 de agosto de 2011

    Haverá alguém que acredite em “comissão”? Será muito ceticismo de minha parte? O governo trazendo parceria de São Paulo para compor a tal comissão? É a tal “meritocracia ” que vem por aí, goela abaixo, aliás como tudo nesse governo fora da lei? O próprio governo de São Paulo reconheceu publicamente no jornal “O Globo” o fracasso dessa forma de avaliação e remuneração. Seria bom questionarmos o porquê do mérito somente na área da educação. E nas outras atividades, não precisa? Que tal avaliarmos os políticos e suas politicalhas também por mérito e colocarmos uma placa gigantesca em frente à Assembleia Legislativa com os escândalos, a corrupção, a falta de ética, a roubalheira, o cinismo, as gordas vantagens, as diárias exorbitantes, a aprovação descarada de altíssimos percentuais em seus salários, a troca de partido depois de eleitos num total descaso com o eleitor que os elegeu, as promessas de campanha não cumpridas…fala sério, vai faltar lugar na tal placa para registrar tanto descalabro. Remunerar professor por mérito de desempenho na aprendizagem dos alunos é colocar nas “nossas costas” mais um fardo pesadíssimo e solitário. É desconhecer que a aprendizagem se dá dentro de um contexto: diretores competentes (fora com as indicações políticas e todos os apadrinhados aninhados dentro das escolas), corpo pedagógico competente, professores qualificados e bem pagos, estrutura física das escolas adequada, material didático à vontade e de qualidade…e a família por trás de tudo. Cadê a família? Colocar placa de IDEB na frente da escola, sem antes mexer nas mazelas da educação é como começar a casa pelo telhado. E a base? Ah! A base que se dane. Se o mérito não funcionar O governo dirá “a culpa é dele, um tal de “professor”. E completará:”São uns imcompentes, a salvação de nossas criancinhas é a…PRIVATIZAÇÃO. É muita COVARDIA!!!!
    …O MOVIMENTO DO MAGISTÉRIO PÙBLICO CATARINENSE CONTINUAAA FIRME, FORTE E COESO!!!…….É ESTADO DE GREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEVEEE!!!……………………………GALERA, UNIDOS SOMOS FORTES!!!………………..UBUNTU

  7. …AUDITORIA FEDERAL JÁ!!!<<<<<>>>>>AUTORIDADE FEDERAL,… INTERVENÇÃO JÁ NO ESTADO “de caos” DE SANTA CATARINA!!!………………………………………………. Mêze diz:
    17 de agosto de 2011

    É imprescindível o engajamento da comunidade e das instituições de fato e direito, para podermos debelar esse caos corruptivo que está instalado no estado que não podemos ter como de direito! É mister o desvelo das mazelas incrustradas nas três esferas de governo, principalmente em Santa Catarina.
    Esse clima de opressão, pessoas em setores que não sabem nem o que fazem, os ditos cabides de empregos, tem-se que moralizar o governo. Aí sim sobrará dinheiro para reverter ao labutador povo catarinense.
    Chega de achismos e irresponsabilidades em todos os setores do governo.
    Tenhamos um pouco de vergonha para podermos legar benefícios às novas gerações, que passam todos pela EDUCAÇÃO PÚBLICA, GRATUITA E ACESSÍVEL A TODOS.
    …É ESTADO DE GREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEVEEE!!!

  8. …AUDITORIA FEDERAL JÁ!!!…….CADÊ A GRANA “FEDERAL” DO FUNDEB???…………..EDUCAÇÃO BASE DE UMA NAÇÃO!!!…………..

    CHEGOU A HORA! Não podemos mais fechar os OLHOS e fazermos de conta que não estamos vendo o CAOS que está instalado “nas nossas escolas” , do nosso Estado(SC). Como podem falar de qualidade em educação diante da realidade que estamos vivendo. Nesse sentido, o descaso dos nossos governantes tem sido uma constante. Nossa escola tem sido cada vez mais sucateada e negligenciada.Vários fatos apontam para essa questão, tais como:

    → Os alunos iniciaram o ano letivo de 2011 com quadro de professores incompleto, tendo em vista a chamada dos professores ACTs (professores admitidos em caráter temporário) ter ocorrido duas semanas após o início das aulas. Convém ressaltar que esse ocorrido foi divulgado pelo Estado na mídia, que justificou que os professores estavam de atestado médico. (Então porque não contrataram antes, já que sabiam que o ano letivo iria iniciar duas semanas antes e os alunos ficariam sem aula?);

    → A situação é tão crítica que o Estado fez uma chamada Pública, ou seja, qualquer um com o ensino médio pode dar aula para o seu filho, caso não haja professor habilitado na disciplina (Será que isso é se preocupar com qualidade de ensino? Isso seria o mesmo que mandar um dentista operar o coração de alguém.);

    → Necessidade de reformar alguns banheiros e construir novas salas de aula, pois algumas salas que hoje ocupamos não são adequadas para trabalhar com alunos. É preciso retirar o”VELHO PISO” de taco que está sempre solto provocando pequenos acidentes e substituí-lo por pisos de cerâmica. Reformar os telhados e as lajes (tetos) que estão mofados, carunchados por causa das infiltrações, provocando um ambiente inSALUBRE e propício para o desenvolvimento de DOENÇAS respiratórias. (Nossas”CRIANÇAS ESTUDANTES” estão num ambiente de risco e não merecem isso!)

    → Necessidade de reformar a REDE elétrica, de instalar extintores de INcêndio, de construir saída de emergência e câmeras de vigilância, pois esses fatores são de suma importância para a SEGURANÇA de nossos ESTUDANTES;

    → Garantir a acessibilidade a todos os portadores de necessidades especiais;

    → Necessidade de criar um espaço recreativo e LÚDICO para os primeiros anos das séries iniciais e de instalar BEBEdouros com FILTROS;

    → Necessidade de AR condicionado na sala de VÍDEO, pois além da sala não possuir ventilação suficiente, a porta não pode ficar aberta em virtude do barulho externo, com o CALOR excessivo, os alunos ficam INquietos com dificuldade de concentração;

    → Falta de MÃO de obra para serviços de manutenção, falta de produtos de LIMPEZA e higiene (álcool, sabonete, papel toalha e, inclusive, papel higiênico);

    → CARGA horária excessiva do(a) PROFESSOR(A), levando-o ao desgaste e sem tempo para pesquisar e fazer um bom planejamento para que as AUlas realmente sejam de QUALidade;

    → Falta de investimento em CAPAcitação para o professor para que ele tenha um melhor preparo para lidar com a realidade escolar e aprofundar seus conhecimentos e, desta forma, proporcionar um aprendizado melhor e mais atrativo para os “ESTU…DANTE”;

    → SALário inDIGNO, pois muitos professores chegam a trabalhar sessenta horas aula para poder sobreviver (Como fica a SAÚDE física e PSICOlógica desse PROFissional que atende em torno de trinta alunos por segundo sem tempo para resPIRAr?);

    → FALTA de professor auxiliar de sala para quando FALTA professor;

    → FALTA de “abertura de”………….. Concurso Público para o MAGISTÉRIO PÚBLICO CATARINENSE;

    Para ONDE vai o nosso dinheiro? …….FUNDEB…….Todos nós JÁ pagamos um preço muito alto através dos impostos recolhidos diariamente. Portanto nada nos é dado senão aquilo que nos É DE DIREITO.

    “A educação é a base de um SER humano. Ela se inicia no seio da FAMÍLIA e se estende para a ESCOLA para que a CRIAnça cresça de forma saudável, ampliando seus conhecimentos, instrumentalizando- se e transformando-se num cidadão para enfrentar a vida e poder contribuir com a sua COMUNidade.

    A educação é a BASE de uma NAÇÃO, portanto temos que cobrar de nossos governantes que cumpram as LEIS e que invista de forma séria na educação.”

    … convidamos TODOS , para que JUNTOS participem conosco nesta LUTA, queremos uma EDUCAÇÃO de qualidade e não mais “miserável”… …É ESTADO DE GREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEVEEE!!!

  9. …AUDITORIA FEDERAL JÁ!!!………….CADÊ A GRANA “FEDERAL” DO FUNDEB??? senhor joão raimundo “calombo”
    ……enquanto isso no RJ, Servidores Públicos, NA LUTA!!!
    BOPE: R$ 2.260,00 Para arriscar a vida;
    Bombeiros: R$ 960,00 Para salvar vidas;
    Professores: R$ 728,00 para preparar para a vida;
    E um deputado federal? Ganha R$ 26.700,00 para ferrar a vida do Brasileiro!
    (Encaminhe, faça parte da campanha dos Bombeiros)

    VAMOS CONTINUAR COM ESTA CAMPANHA TÃO NOBRE !!!!!

    ”Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros”. Che Guevara

    …em Santa Catarina o “CAOS INSTALADO” nas áreas da SAÚDE, EDUCAÇÃO E SEGURANÇA!!!…………..E o (des)Governo da “tripa ali” ança (pmdb, psdb e pfl/dem/PSD*)A CAMUFLAGEM DESCOBERTA, querendo …….”VENDER” …….a CASAN e a CELESC!!!…”VERGONHA É POUCO; CORJA!!!”……………………………………..O MAGISTÉRIO PÚBLICO CATARINENSE EM ESTADO DE GREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEVEEE!!!

    …….”Quem poupa o lobo, sacrifica a ovelha” – (Vitor Hugo)…….
    …MAGISTÉRIO PÚBLICO CATARINENSE EM ESTADO DE GREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEVEEE!!!

  10. …AUDITORIA FEDERAL JÁ!!!…….CADÊ A GRANA “FEDERAL” DO FUNDEB!!!……………………………………………………………………………………..”O Elefante Herdado e Mantido”

    …”Não há mais dúvidas de que o governador Raimundo Colombo herdou uma elefantíase do seu aliado e antecessor LHS.
    Até os jornais censurados e controlados reconhecem que estamos vivendo um caos na saúde, na educação, na cultura, na segurança e no desempenho industrial. Santa Catarina sempre foi modelo para o Brasil, tanto na área pública quanto privada.
    Mesmo com a troca de governos, uns roubando mais outros menos, mantinha-se uma regularidade. Até que se instala um governo doente, composto de alguns mitômanos e outros mercadores, e consegue desconstruir o Estado e sua economia.
    Analisando o desempenho da balança comercial catarinense, se observa que de 2005 para cá os saldos começam a despencar. Hoje ela reflete um saldo negativo de cinco bilhões de dólares. De um lado temos que considerar o efeito China, de outro os incentivos fiscais elaborados na Secretaria da Fazenda por um mago convidado, hoje processado, Aldo Hey Neto.
    Mas, não devemos personalizar o caos, afinal ele já se instalou. Devemos perguntar o que faz o atual governador para reverter a situação herdada e aplaudida.
    Ele concede coletivas para seus jornalistas, anuncia no jornal de circulação estadual que vai se desprender do antecessor e não toma atitudes de convencimento.
    Por enquanto, em oito meses, temos a falência generalizada sem qualquer combate.
    Fecharam as torneiras do Tesouro Público, ocuparam os cargos de administração,alguns troca-troca, nomeações cruzadas e publicidade rateada. Nada mais.
    Para preservar a verdade, temos que admitir: Houve uma premiação em Lages, ao governador, cujo troféu foi pago com dinheiro do contribuinte.
    Pelo menos isto. Conseguiram a farsa na própria terra. Cabe perguntar, então: A classe empresarial e seus representantes vão esperar pela asfixia lenta e gradual ou vão denunciar à sociedade aquilo que ela pressente e sofre em decorrência?”

    Quem sou do canga blog
    Jornalista, documentarista e blogueiro.
    sergiorubim@gmail.com …O MAGISTÉRIO PÚBLICO CATARINENSE EM ESTADO DE GREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEVEEE!!!

  11. marcelocardosodasilva
    agosto 28, 2011

    …O MOVIMENTO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO CATARINENSE CONTINUAAA FIRME E FORTE!!!…………………………………………………………7/7/2011 Vania Casagrande Cichowicz – – Sem Título!

    É isso mesmo,pensei muito não achei um título para o meu manifesto: Queria poder falar com o Governador pessoalmente,sei que é impossível ele mal recebe a classe mais importante do Estado,os EDUCADORES,imagina se vai me receber,me ouvir,logo eu, mãe de aluno de Escola pública,que mal sabe se expressar. No entanto:com vírgulas,assentos,parágrafos e erros dos mais diversos colocados no meu desabafo,lá vai… Sr.Raimundo… Pobre de nossos filhos,pobre de nosso futuro… Sem Educação!Vendo só corrupção… Sem ESTADO!Que noção terão do mundo? Faixas negras como as dores… Sim são elas! E não as crianças, que vejo nos corredores… Rostos amargos,aflitos andando em procissão, Eu queria bandeiras brancas,mas o que desfila é um cruel caixão! Oh Moreira! De outrora conheces bem,a luta,a batalha o sofrimento… Se antes estavam só,sem amparo,engolindo um” te enganei!” Agora nós e eles,a sociedade sabe, tem amparo de uma Lei! Marco Antonio Tabaldi! No fundo,bem no fundo… Tu sabes,passou pela tua vida um Professor… Abnegado,valente,pouco remunerado,quase um voluntário… Mas ele foi nobre,guerreiro,competente, Fez de você um secretário! Raimundo… O Sr. Teve um professor? Eu imagino que sim… Triste seria se tivesses que provar, assim como o Tiririca…(personagem) Que teu cargo é de protesto,de sabedoria poucos traços… Que ao invés de votar num político sábio, Elegemos um palhaço! ( Meu respeito aos circences) Oh Pinho Moreira! As salas estão vazias… Vazias de esperança! Arranque delas as negras faixas, mande de volta as crianças… Pulando nos corredores,com alegres professores, Com direitos respeitados… Do contrário Senhores governantes,entraremos na peleia… Gritaremos todos juntos, Fechem logo as escolas, E abram então CADEIAS.
    Vania Casagrande Cichowicz Mãe de aluno da E.E.Bom Pastor Chapecó SC.

    VAMOS FAZER CIRCULAR ESTE MANIFESTO, É DE GRANDE VALIA.
    …………………………………….A LUTA CONTINUAAA DESDE SEMPRE!!!…AUDITORIA FEDERAL JÁ!!!…CADÊ A GRANA FDERAL DO FUNDEB???

  12. …AUDITORIA FEDERAL JÁ!!!>>>>>>>CADÊ A VERBA polpuda DO FUNDEB???

    07/09/2011
    Elaine Tavares “ISLA DE STA. CATARINA”

    Tá bom. Eu confesso. Uso drogas. Mas não é porque eu queira. Sou obrigada. E quem me obriga é a municipalidade. Sem dó ou piedade, a prefeitura de Florianópolis, impõe a mim e a mais umas 200 mil pessoas, todos os dias, o transporte coletivo desintegrado. E fique esperto. Destrói a gente mais do que o crack. Haveria de a RBS (TV local) fazer uma campanha contra essa porcaria.

    Nessas três últimas semanas, em que não para de chover, a coisa fica ainda pior. O terminal urbano é o saguão do inferno. As pessoas chegam molhadas e emburradas. Porque sabem que haverão de passar ali algumas horas de horror. Eu pego o ônibus para o sul e sei que em menos de duas horas não percorrerei os 25 quilômetros que me separam de casa. Quem vai para o norte terá a mesma sorte. Nas filas quilométricas, que serpenteiam por dentro do terminal, as caras das gentes são de completo desconsolo. Em algumas pessoas se vê um quase descontrole emocional. Não há espaço para o sorriso ou para a delicadeza. O ódio é a nossa herança.

    Dentro do ônibus segue o desastre. Vidros fechados, pessoas tossindo, a raiva aumentando. Como os coletivos são poucos as pessoas se amontoam e a maioria vai em pé. O trajeto é curto, mas a espera é longa. Quando chega ao famoso “elevado”, construído com a promessa de “acabar com as filas”, o ônibus para. E ali fica, se arrastando, por quase 30 minutos. Depois, ao entrar na rodovia que vai para o sul, a lentidão é de matar. O povo já está bufando, o estresse elevado à última potência.

    Quem está nas paradas do caminho vive outro tipo de desespero. Além da espera por mais de hora, em pé, sequer há abrigo. E quando tem, é tão mal feito que nos dias de chuva molha mais dentro do que fora. Como o “busão” demora a passar, a parada vai enchendo e, sem organização, quando ele assoma, o povo só falta se estapear para entrar primeiro.

    “Acho que a prefeitura deveria distribuir pipoca nas paradas”, brinca um usuário desavisado, ainda não-dependente da terrível droga. É o que o capitalismo faz, alivia a tensão. Como nas casas bancárias. A solução encontrada para as filas gigantes foi colocar banco. Ideia genial. O cara espera sentado. Aí reclama menos. Fica a ideia para o prefeito Dário: distribuir pipoca.

    Essa é a sina dos trabalhadores. Sair de casa de madrugada, enfrentar as filas, o desconforto, trabalhar feito um escravo e voltar para casa amargando toda essa frustração. Quem sai do serviço às sete da noite só chega lá pelas nove, “morto”. Como ser alegre com os filhos, como fazer um chamego no seu amor, como estar bonita e cheirosa, como? Não há tempo sequer para sonhar. E assim segue a vida na cidade grande. O bonde dos drogados, dos ônibus-dependentes. Até que um dia alguém exploda, feito pipoca. Aí os âncoras dos telejornais vão falar da “terrível e incompreensível baderna”, como a que aconteceu em Londres.

    Até parece que as revoltas populares brotam do chão! Não foi à toa que a revolta da Catraca aconteceu aqui, nesta ilha de magia. E não é sem razão que as revoltas espreitam em todos os lugares onde a vida nos é tomada.

    Elaine Tavares é jornalista.

    …MMPC……. MOVIMENTO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO CATARINENSE EM ESTADO DE GREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEVEEE!!!

  13. marcelocardosodasilva

    …PROFESSOR, E O “bope” FORA DA LEI; LAR INVADIDO SEM “MANDATO”!!! 13 de set. de 2011 ….divulguem meus colegas, por favor.

    muito obrigado.

    Senhor comandante do BOPE – Batalhão de Operações Especiais de Florianópolis -, quero lhe comunicar que no dia treze de setembro deste ano, o sargento Mendes, policial do BOPE, derrubou a porta da minha casa com um chute. Às vinte horas e trinta minutos desta mesma data eu estava em frente a minha casa quando algumas viaturas do BOPE entraram na rua onde moro, então eu resolvi entrar em casa, cerca de dois minutos depois, o sargento Mendes “mete” os pés em minha porta e a derruba. Junto a ele estavam cerca de dez ou doze policiais, a maioria com arma em punho. O policial Mendes fez apenas algumas perguntas e deu por encerrado, mas antes de sair ele disse “ age como bandido é tratado como bandido”. Quando lhe perguntei sobre a porta o policial Mendes respondeu: “achei que era bandido, vá procurar seus direitos”. Este policial não sabe das leis que englobam sua profissão. – ele não pode entrar em qualquer horário nem em qualquer situação na casa de um cidadão. Como o senhor põe alguém que age no “achismo” e não conhece as leis que englobam sua profissão para comandar um grupo de policiais? Isto é por seu grupo em risco. Vou lhe explicar o porquê de eu estar em frente a minha casa naquele horário. Eu sou professor e trabalho em três escolas, estava muito cansado e resolvi respirar um ar fresco e admirar a lua. Só isso. Não, não sou bandido, sou aquele que educa filhos de policiais. O senhor deve perguntar para sua consciência qual atitude tomar em relação ao policial Mendes, mas pense bem, pois eu já fiz uma denúncia no Ministério Público, Ouvidoria do Estado e Corregedoria-Geral da Justiça. Eu entrarei, ainda esta semana, com uma ação contra o Estado. Os professores mostrarão a mesma união demonstrada na última greve, e me ajudarão a divulgar está carta no Twitter, Face Book, Orkut, Blog do Mosquito, Blog do Moacir Pereira, mídias de rádio e televisão, além de eu enviar para todos os deputados da nossa Assembleia Legislativa, página do SINTE e do PSTU. Um grupo de professores(a) está se reunindo periodicamente com o governador para melhorar os rumos da educação, e tenha certeza de que uma carta divulgando o ocorrido chegará às mãos do governador Raimundo Colombo no próximo encontro, sei que nada acontecerá, mas chegará. Comandante, se o senhor não tomar uma atitude contra o Sargento Mendes, estará compactuando com a atitude deste policial, e, assim, estará dando um péssimo exemplo aos seus comandados e uma “tapa na cara” dos(a) professores(a) deste estado. Sargento Mendes – BOPE/Florianópolis- eu, “professorzinho” Renoir Pereira da Silva, vou lhe tornar o sargento mais famoso do estado de Santa Catarina.

    Florianópolis, 14 de setembro de 2011.

    A covardia coloca a questão: É seguro?
    O comodismo coloca a questão: É popular?
    A etiqueta coloca a questão: É elegante?
    Mas a consciência coloca a questão: É correto?
    E chega uma altura em que temos de tomar uma posição que não é segura, não é elegante, não é popular, mas o temos de fazer, porque a nossa consciência nos diz que é essa a atitude correta. – William Shakespeare –

    O que me assusta não são as ações e os gritos das pessoas más, mas a indiferença e o silêncio das pessoas boas. – Martin Luther King – ………………………………………………………………………………….. …AUDITORIA FEDERAL JÁ!!!>>>>>>>CADÊ A VERBA polpuda DO FUNDEB???…….”MMPC”>>>MOVIMENTO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO CATARINENSE EM ESTADO DE GREVE , descortinando a ação de “vermes corruptos/corruptores”!!!

  14. …AUDITORIA FEDERAL JÁ!!!>>>>>>>CADÊ A VERBA FEDERAL DO FUNDEB??? …..
    …………………………………….UFSC já tem Comissão Eleitoral para escolha do novo Reitor
    …….25 de set. 2011

    Definidos os membros titulares que farão parte da Comissão Eleitoral do pleito para reitor e vice da Universidade Federal de Santa Catarina, que acontece no mês de novembro. Os escolhidos foram indicados por seus pares, e irão organizar, coordenar e fiscalizar o processo de consulta à Comunidade Universitária.

    A primeira reunião da Comissão está prevista para a próxima segunda-feira, dia 26, às 18h30, na sala dos Conselhos.

    Comissão Eleitoral:

    Sindicato dos Professores das Universidades Federais de Santa Catarina – Apufsc-Sindical
    Prof. Milton Divino Muniz
    Prof. Márcio Campos

    Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Santa Catarina – Sintufsc
    Serv. Teresinha Ceccato
    Serv. Edwilson Ramos

    Diretório Central dos Estudantes – DCE
    Acad. Isabel Brustolin
    Acad. Leonardo de Lara Cardoso

    Associação de Pós-graduandos da Universidade Federal de Santa Catarina – APG
    Acad. Jouhanna do Carmo Menegaz
    Acad. Ruan de Souza Mariano …”MMPC” MOVIMENTO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO CATARINENSE EM ESTADO DE GREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEVEEE!!!…………..NA LUTA CONTRA A CORJA CORRUPTA/CORRUPTORA!!!…………..

  15. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!>>>>>>>FORA cORJA!!!……………………………………. …….“A memória é um fator de decisão do presente”…
    sexta FEIRA, — Aline

    * Cultura

    Armazém reúne documentos de diversas lutas do povo brasileiro e disponibiliza divulgação

    02/11/2011

    Joana Tavares,
    da Redação

    Um armazém é aquele local onde ficam os produtos à espera que alguém os transforme em outra coisa, seja em outros produtos, seja em artigos de consumo. No Armazém Memória, os produtos não são mercadorias, são inúmeros jornais, livros, filmes e documentos de diversas lutas do povo brasileiro, à disposição para serem lidos, estudados, divulgados e transformados em ação. Com a ideia de facilitar o acesso à memória e assim participar da construção contínua da história, Marcelo Zelic é a pessoa por trás do armazém virtual que articula projetos e parcerias para garantir sua atividade constante. Nesta entrevista, ele conta a inspiração do projeto e suas novidades para o período.

    Brasil de Fato – Como você chegou ao trabalho social e ao interesse pela memória?

    Marcelo Zelic – Quando eu tinha 18 anos, fui fazer trabalho com as comunidades em Santo Amaro, em São Paulo. Saí da faculdade de jornalismo e fui fazer comunicação popular. Foi quando conheci os sem-terra, que estavam se organizando naquele período. A gente apoiava os acampamentos do ponto de vista da favela, onde eu morava com um grupo de pessoas que também atuavam. Trabalhando com a educação popular, a gente sentia a necessidade de fazer o período da ditadura conhecido. E olha que era 1985, 1986, estávamos saindo daquilo. A gente era um grupo ligado ao movimento de favelas. Mas quando conhecemos a realidade do pessoal que estava organizando o MST, a gente atuava para que o povo da favela fosse para o campo. A gente tinha uma visão de que a reforma agrária é uma saída urbana, não é uma saída rural só. Na época, era um absurdo falar isso, chegamos a ser hostilizados, os caras riam da nossa cara quando a gente falava que queria o êxodo urbano. E hoje é uma realidade. As cidades estão tão inchadas, tão problemáticas, e a saída é a ocupação do solo rural.

    E onde entrou a memória?

    No âmbito da memória, fui formado no Centro de Pesquisa e Documentação Vergueiro, o CPV. A universidade não oferecia o que o CPV oferecia, como, por exemplo, criar um material de audiovisual e reflexões sobre o papel das ferramentas. Como uma matéria de jornal pode ser geradora de debate? Não que o debate seja construído a partir do que a matéria diz, mas do que as pessoas discutem e interpretam a partir não só das matérias, mas de slides, de programas de rádio, cartazes. Tudo era ferramenta para que a gente fizesse o trabalho de educação popular. Temos que pesquisar isso, porque o ascenso das lutas nos anos 80 se deu com essas ferramentas, não com outras. Sempre tinha um conceito muito claro: o conhecimento tinha que ser construído naquele grupo. O resgate dessas experiências é uma das grandes preocupações hoje do Armazém Memória.

    Depois de Santo Amaro, onde você foi atuar?

    Fiquei uns 12 anos parado. Em 2001, saí de um restaurante que administrava e estava tendo um puta pau na Avenida Paulista, em uma luta contra a Alca. Vi uma cena que marcou: um menino enfiou o dedo na cara do policial – que estava sem tarja de identificação – e ficou falando: ‘isso aqui é um Estado Democrático de Direito’. Em seguida o moleque apanhou, claro. Cheguei a puxar o policial, falar: ‘porra, é um menino’. E fui embora com isso. Pensei: está na hora de parar de ficar sentado. Voltei para as favelas onde atuei, tinha umas melhorias, conjuntos habitacionais e tudo. Mas na margem delas, tinha toda uma favela de madeira, tipo palafitas, que não existiam naquela época. Pensei: não vai ser aqui o trabalho, é enxugar gelo. E o menino com aquele dedo no policial me enchendo o saco. Aí caiu a ficha: falta memória para esse menino. Dali surgiu a vontade de voltar a atuar com memória.
    Reprodução

    Como surgiu a ideia do Armazém Memória?

    Tomei uma porrada que salvou o Armazém de ser mais uma coisa parecida com tantas outras. Um dia liguei para uma figura, falando que tinha uma ideia, que queria entrevistá-la. Ela falou para eu ligar para um jornalista, que ela tinha acabado de falar tudo pra ele. Fui dormir arrasado, mas acordei novo. Essa mulher estava corretíssima. A memória é algo coletivo. Não é o depoimento que ela deu ao jornalista tal, mas é o depoimento. Se o Armazém for sair coletando de novo tudo que já foi coletado, está errado, estou enxugando gelo. Daí veio todo o centro do Armazém,……. o resgate coletivo da história……., fazer um trabalho de inteligência que pudesse mapear a memória, avaliar o seu estado, porque memória apodrece. Depois daquela conversa, comecei a mapear os centros de documentação, e comecei a estudar tecnologia. Porque memória sem acesso não é memória. Encontrei lugares sofrendo muito para manter viva a memória, sem recursos, sem pessoal, com documentos em caixa apodrecendo. E pensei que aquilo tinha que ir para a internet. O primeiro grande tema foi à reforma agrária, foi aí que o Armazém Memória deu seu primeiro passo, digitalizando a revista da Abra [Associação Brasileira de Reforma Agrária]. Enquanto estava fazendo a revista, tropecei numa empresa – a DocPro – que criava bibliotecas inteligentes. É uma empresa de tecnologia brasileira, porém privada, que faz uma coisa fascinante, que permite o diálogo. A tecnologia da DocPro saía da amarração arquivística, em que você tem que fazer a leitura de tudo para indexar. Você digita a palavra e ela aparece em todos os arquivos. A tecnologia tem que estar ligada ao motor da educação: a curiosidade. A biblioteca inteligente mostra só o que você pesquisou, vai direto na palavra que você procura e te anima a continuar pesquisando. É uma ferramenta muito mais indicada para política pública do que o PDF.

    Qual a articulação hoje em torno da memória?
    Reprodução

    Um dos eixos do Armazém é a ditadura militar, com o centro de referência virtual do projeto do “Brasil: Nunca Mais”. Dom Paulo publicou somente 25 exemplares do relatório, que é muito grande, tem mais de sete mil páginas. A única cópia digital que existia estava em Chicago, num disquete flexível, cuja tecnologia já estava superada há anos, não tinha máquina para ler mais. Então fui atrás das cópias impressas, e vi que já estava em estado precário, tinha que correr para fazer. Construímos parceria com o Ministério Público Federal, OAB do Rio, Arquivo Público de São Paulo, Conselho Mundial de Igrejas e fizemos o projeto de digitalização. Todo esse acúmulo do “Brasil: Nunca Mais” gerou um projeto, que foi apresentado para a Secretaria de Direitos Humanos, que não teve muito eco, foi uma pena. Mas tive um contato legal com o Arquivo Nacional, e deu para mostrar que era possível essa coisa do acesso. Dessa relação gerou todo um projeto de política pública, com envolvimento de mais de 65 instituições, formando uma rede arquivística nacional que tem o acesso como ponto central. Claro que caminha devagar, há erros, falta recurso, mas o fato é que isso deslocou o eixo da política de arquivos. Essa experiência levou a perceber a potencialidade que tinha a semente do “Brasil, Nunca mais”. O acesso tem que ser uma política educacional. É muito importante agregar todas essas pessoas e instituições em prol de um trabalho onde direito, memória e verdade não é um chavão, mas uma prática pedagógica de cidadania, revalorar o sentido de direitos humanos na sociedade com perspectiva histórica. Hoje a gente concretiza o “Brasil: Nunca mais” com parte desses parceiros, mas infelizmente o Estado ficou de fora. Está sendo repatriado todo o material, tudo está sendo digitalizado.

    Quais políticas públicas poderiam ser feitas em torno da questão do acesso à memória?

    Uma das ideias antigas é fazer CDRoom para trabalhar nas escolas. Mas aí pegaram essa ideia, sempre tem uns espertos que querem fazer sozinhos, e fizeram um tal de DVD para entregar nas escolas. Mas retrocederam toda a discussão que se fazia no meio arquivísitico, fizeram uma coisa estática. Porque o documento de arquivo não é para ser entendido como uma ilustração. Que rico seria se o aluno do ensino médio ou o professor recebesse um CD com o “Brasil: Nunca Mais” inteiro. Ele poderia ler o depoimento das pessoas, poderia ler a metodologia, poderia deixar a curiosidade trabalhar. Poderiam ter CDs sobre escravidão, sobre vários temas… Existe a necessidade, para o avanço da sociedade, de se relacionar com o passado. Nas sociedades indígenas, de tradição oral, a transmissão de conhecimento é fundamental. Naquele filme “Dança com Lobos” tem uma cena muito bonita. Os caras começam a chegar lá, o índio mais velho pega um negócio e mostra para os mais jovens: é um capacete espanhol. Ele não precisa falar mais nada, a imagem dizia: ‘não se iludam com forasteiros, porque nós já vivemos com esses’. Essa troca de conhecimento e aprimoramento da sociedade se dá pela troca de experiências entre gerações. A luta da memória faz parte da luta de classes. Mas a ênfase marxista na economia sempre deixou a desejar nesse aspecto. A memória está a serviço da atitude. O índio mostra o capacete não para contar uma bravata, mas para que o jovem, que não conhece a luta, saiba que aí tem merda. A memória é um fator de decisão do presente. Por isso que falamos que nosso país é um país sem memória, as elites não querem que a gente exercite esse contato entre gerações.

    Quais são os eixos do Armazém Memória?

    Além do eixo da reforma agrária e da ditadura, tem o do movimento sindical. Nesse, tem todos os jornais da CUT, que deveriam ser lidos por todos que se propõem a construir algo novo, saber por quais mudanças e situações a CUT passou para ser o que é hoje. Tem um material pequeno, mas significativo, dos direitos da criança e do adolescente, materiais do método de Paulo Freire, filmes e outros em fase de construção. Temos muitos projetos, como a cartilhoteca, a cordelteca, um banco de história oral… O Armazém Memória resgata memória social, esse é o corte, a identidade política. O Armazém desenvolve também o conceito da biblioteca pública virtual. Assim como um indivíduo pode pegar livros na biblioteca, também pode na internet; você pode escolher e ler o livro no seu computador, mas não pode baixar, assim como não pode xerocar aqueles da biblioteca. Por que não podemos ter uma biblioteca pública virtual nacional? Ninguém vai deixar de comprar um livro porque está disponível na internet. Se for verdade que a cultura resolve parte dos problemas do país, que a educação traz desenvolvimento, por que não há ferramentas de efetiva socialização de acesso ao conteúdo? O Armazém taí pra provar que é possível fazer, ainda que em pequena escala, porque não tem recurso para memória. Se são 2% do orçamento para a cultura, imagina quanto vai para a memória?

    Foto: Elisabete Savioli/APESP

    Marcelo Zelic é vice-presidente do Grupo Tortura Nunca Mais de São Paulo, membro da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo e coordenador do Projeto Armazém Memória (www.armazemmemoria.com.br)

    …”MMPC”…Movimento do Magistério Público Catarinense…>>>>>>>….NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA/cORRUPTORA!!!

  16. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÀ!!!…….FORA cORJA!!!#
    …….JANETE MIRANDA diz: 15 de dezembro de 2011

    APROVARAM UM ORÇAMENTO QUE NADA TEM A OFERECER PARA A EDUCAÇÃO. AS ELEIÇÕES SERÃO A BOLA DA VEZ. SENDO ASSIM, QUERIDO MOACIR, PREPARE O SEU LAPTOP, POIS VOCÊ TERÁ MUITA MATÉRIA PARA UM PRÓXIMO LIVRO.

    ESTAMOS CANSADOS, POIS AINDA ESTAMOS LECIONANDO ( REPONDO AULAS), CONFORME O \’CASTIGO\’ DADO PELO GOVERNO.PORÉM, ESTAMOS FIRMES E CONVICTOS DA NECESSIDADE DE LUTARMOS POR UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE.
    SE PRECISO FOR, EM 2012, IREMOS À LUTA!

    ABRAÇO CARINHOSO E PARABÉNS PELO LIVRO!
    PROFª JANETE MIRANDA
    …”MMPC”……Movimento do Magstério Público Catarinense na LUTA CONTRA a corja corrupta/corruptora!!!

  17. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…….FORA cORJA!!!#
    …….Alexandre diz: 15 de dezembro de 2011

    Boa Noite Mestre MÔA,
    É explicita o sucateamento da Segurança Pública, pois sem motivação é impossível lidar com a frustração, além disso ficou escancarado o descaso do Governo com esses profissionais, em especial a Polícia Civil, a prima pobre da Secretaria de Segurança Pública.
    É explicita a manutenção da ignorância, por meio do sucateamento da educação, seguindo o exemplo de países onde ter o segundo grau completo equivale a ter doutorado na Europa…
    É explicito caos em que se encontra a saúde pública de Santa Catarina, com um tratamento pior do que a segurança …
    Que estado é esse? Cheio de ilicitudes, inconstitucionalidades, incompetências administrativas, improbidades, por fim que mais dizer??
    Seria cômico se não fosse trágico, aquela piada do \”melhor local para se viver, sem terremotos, maremotos, mas o povinho que tem alí….\” Pois aí está o fundo, meio, topo de verdade em cada lenda, a lenda brasilis….
    Lembro-me de uma estrofe da canção do expedicionário brasileiro:
    \”Por mais terras que eu percora,
    Não permitas Deus que eu morra,
    Sem que volte, para lá…
    Sem que leve por divisa,
    Esse \”V\” que simboliza
    A Vitória que virá\”
    Quando essa Vitória virá caro Moacir??
    Quando as ilicitudes terminarão???
    Ainda com o coração pulsando de esperança…
    Aguardá-la-ei!!
    …”MMPC” NA LUTA!!!

  18. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…….FORA cORJA!!!#

    recesso… #NOMEIARAIMUNDO!!!
    #
    …….Mar diz: dezembro de 2011

    Uma pendência só, não MÔA!!! A colcha de retalhos que é a situação salarial dos Servidores do Estado ainda se dá a muitos reparos. No caso dos Analistas Técnicos em Gestão Educacional, por exemplo: os lotados nas escolas da capital e interior do estado ganham um salário de 900 reais (!!!). Os lotados na SED ganham 3 vezes mais com base em gratificações. Fizeram o mesmo concurso, tem o mesmo nível de escolaridade e tem essa diferença salarial absurda e injustificável…Assim, meu caro, há muito a ser feito. Espera-se clareza dos que ocupam os mais altos postos, pois dos parentes enconstados nas “diretorias” – como a ra. El Mello/el filhote/”CABIDENTRO – ela nunca virá???EL AUDITORIA FUNDEB???LEGO S.A.???”
    …”MMPC”…….NA LUTA CONTRA A cORJA/cORRUPTA/cORRUPTORA!!!

  19. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…….FORA cORJA!!!
    …….Duda Vieira diz: 16 de dezembro de 2011

    Caro MÔA, o ano termina como começou, com trapalhadas governamentais. O Rei continua nú.
    Valorosos policiais civis, continuem firmes na luta, exijam a compactação, a carreira jurídica e a imediata incorporação dos abonos, mas façam por vocês, pois todos os que dialogaram com categoria empurraram com a barriga até a chegada do fim do ano legislativo, e agora “preocupados querem abrir diálogo?\”.
    Vamos aos fatos, preocupados com a repercussão, o fortalecimento e a forma ordeira com que a categoria deflagrou o movimento reivindicatório o Governo escalou Pinho Moreira para dialogar e negociar, ciente de que não atenderia minimamente os anseios dos Policiais Civis e Delegados, Pinho Moreira, bateu em retirada, em seguida veio a fanfarrice do Secretário César Souza Junior, que foi fazer seu showzinho dizendo-se preocupado com a temporada de verão.
    Diante da posição coerente da categoria o Governo escalou o Presidente da Assembléia, que esta de joelhos diante do executivo, com as raras exceções de sempe, para também tentar amenizar a situação, mais um capítulo do famoso “empurra com a barriga”.
    Finalmente, depois exigir nomes dos participantes da operação padrão, proibir mensagens na intranet da PC, escalaram o “nobre deputado joares ponticelli”, um declarado inimigo do Magistério e da Educação para ser o relator do malfadado projeto, que foi aprovado sem alterações.
    Agora o Sr. Governador num ato extremo de benevolência se propõe a receber os policiais civis para dialogar.
    Dialogar com quem cara pálida, acabou, o projeto foi aprovado, a Assembléia encerrou suas atividades, vão tirar 60 dias de férias, não sem antes aprovar o reajuste do vale alimentação do TJ, não sem antes distribuir o presentinho de Natal aos funcionários da assembléia, justificado pelo grande presidente da casa como uma ação já tradicional.
    Senhores Policiais, Senhores Delegados, acabou, não adianta conversar com o Raimundo, “Inês é morta”, qualquer possibilidade de alteração do que foi aprovado, qualquer melhoria ficará apenas na promessa.
    Por que o Governador não fez proposições antes do encerramento do ano legislativo?
    Por que a reunião não foi acertada antes do fim do recesso parlamentar?
    Com certeza é mais um capítulo do “empurra com a barriga”.
    Esse mesmos que agora, após o encerramento das atividades parlamentares, estão propondo uma reunião foram os mesmos que aprovaram o projeto sem levar em conta os anseios dos policiais que estão sem valorização a mais de uma década, com um piso salarial mísero de R$ 781,80.
    Senhores Delegados e Policiais, a sociedade catarinense está ao seu lado.
    Finalizando deixa uma sugestão:
    Se a reunião ocorrer que os representantes da categoria exijam um projeto imediatamente, assinado pelo Governador Colombo, e exijam uma convocação extraordinária da Assembléia Legislativa para a devida aprovação, caso contrário será mais uma promessa, daquelas em que nenhum catarinense ficaria a menos de 100km de um hospital. “Hay que endurecer sin perder la ternura”.
    #
    …….Samuel diz: 14 de dezembro de 2011

    Os anos de desgoverno que começaram com LHS em 2003 estão longe de acabar. Durarão, no mínimo, até o final de 2014. Pobres de nós, catarinenses! Mas o pior é que uma verdade dita há vários séculos continua absoluta: \”Cada povo tem o governo que merece\”. Ou seja, uma sociedade que aceita calada que milhões de reais sejam destinados ao pagamento de correligionários, através das SDR\’s, que tem como único objetivo garantir renda para se fazer campanhas continuamente, tem mais é que penar na saúde, educação e segurança. Uma sociedade que aceita que o profissional responsável pelo ensino de seus filhos seja enganado pelo Poder Executivo, que o Policial receba um vencimento de R$ 780,00, etc., tem mais é que reeleger essa corja em 2014. Não que o governo Amin tenha sido grande coisa, mas esses últimos anos somente serviram para comprovar que essa Tríplice Aliança (PMDB, DEM e PSDB, agora com o PSD) saiu muito cara para os cofres públicos. Que a resposta seja dada nas urnas, já no ano que vem.
    …”MMPC” NA LUTA!!!

  20. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…….FORA cORJA!!!#

    …….E AGORA QUEM PODERÁ NOS DEFENDER?!
    …………………#NA RESISTÊNCIA GALERA!!!
    …alde..mar.. diz: 14 de dezembro de 2011

    Um curioso espírito de “ordem unida” baixou sobre a rede globo, a editora abril, a folha de S. Paulo, O estado de S. Paulo e outros. Ninguém fura!? o bloqueio da mudez, numa sinistra brincadeira de “vaca amarela” entre senhores e senhoras respeitáveis. Como ficarão as listas dos mais vendidos, escancaradas por jornais e revistas? Ignorarão o fato de o livro ter esgotado 15 mil exemplares em 48 horas?

    Há uma batata quente na agenda nacional. A mídia e o PSDB ainda não sabem o que fazer com A privataria tucana, de Amaury Ribeiro Jr. A cúpula do PT também ignora solenemente o assunto, assim como suas principais lideranças. O presidente da legenda, Rui Falcão, vai mais longe: abriu processo contra o autor da obra, por se sentir atingido em uma história na qual teria passado informações à revista Veja. O objetivo seria alimentar intrigas internas, durante a campanha presidencial de 2010. A frente mídia-PSDB-PT pareceria surreal meses atrás.

    Três parlamentares petistas, no entanto, usaram a tribuna da Câmara, nesta segunda, para falar do livro. São eles Paulo Pimenta (RS), Claudio Puty (PA) e Amaury Teixeira (BA). O delegado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) começa a colher assinaturas para a constituição de uma Comissão Parlamentar de Inquérito sobre os temas denunciados no livro. Já o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) indagou: “Nenhum jornalão comentou o procuradíssimo livro A privataria tucana. Reportagens sobre corrupção têm critérios seletivos?”

    O silêncio dos coniventes

    O silêncio maior, evidentemente, fica com os meios de comunicação. Desde o início da semana passada, quando a obra foi para as livrarias, um manto de silêncio se abateu sobre jornais, revistas e TVs, com a honrosa exceção de CartaCapital.

    As grandes empresas de mídia adoram posar de campeãs da liberdade de expressão. Acusam seus adversários – aqueles que se batem por uma regulamentação da atividade de comunicação no Brasil – de desejarem a volta da censura ao Brasil.

    O mutismo sobre o lançamento mais importante do ano deve ser chamado de que? De liberdade de decidir o que ocultar? De excesso de cuidado na edição?

    Um curioso espírito de ordem unida baixou sobre a Rede Globo, a Editora Abril, a Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e outros. Ninguém fura o bloqueio da mudez, numa sinistra brincadeira de “vaca amarela” entre senhores e senhoras respeitáveis. Que acordo foi selado entre os grandes meios para que uma das grandes pautas do ano fosse um não tema, um não-fato, algo inexistente para grande parte do público?

    Comissão da verdade

    Privatização é um tema sensível em toda a América Latina. No Brasil, uma pesquisa de 2007, realizada pelo jornal O Estado de S. Paulo e pelo Instituto Ipsos detectou que 62% da população era contra a venda de patrimônio público. Nas eleições de 2006, o assunto foi decisivo para a vitória de Lula (PT) sobre Geraldo Alckmin (PSDB).

    Que a imprensa discorde do conteúdo do livro, apesar da farta documentação, tudo bem. Mas a obra é, em si, um fato jornalístico. Revela as vísceras de um processo que está a merecer também uma comissão da verdade, para que o país tome ciência das reais motivações de um dos maiores processos de transferência patrimonial da História.

    Como ficarão as listas dos mais vendidos, escancaradas por jornais e revistas? Ignorarão o fato de o livro ter esgotado 15 mil exemplares em 48 horas?

    O expediente não é inédito. Há 12 anos, outra investigação sobre o mesmo tema – o clássico O Brasil privatizado, de Aloysio Biondi – alcançou a formidável marca de 170 mil exemplares vendidos. Nenhuma lista publicou o feito. O pretexto: foram vendas diretas, feitas por sindicatos e entidades populares, através de livreiros autônomos. O que valeria na contagem seriam livrarias comerciais.

    E agora? A privataria tucana faz ótima carreira nas grandes livrarias e magazines virtuais.

    Deu no New York Times

    O cartunista Henfil (1944-1988) costumava dizer, nos anos 1970, que só se poderia ter certeza de algo que saísse no New York Times. Notícias sobre prisões, torturas, crise econômica no Brasil não eram estampadas pela mídia local, submetida a rígida censura. Mas dava no NYT. Aliás, esse era o título de seu único longa metragem, Tanga: deu no New York Times, de 1987. Era a história de um ditador caribenho que tomava conhecimento dos fatos do mundo através do único exemplar do jornal enviado ao seu país. As informações eram sonegadas ao restante da população.

    Hoje quem sonega informação no Brasil é a própria grande mídia, numa espécie de censura privada. O título do filme do Henfil poderia ser atualizado para “Deu na internet”. As redes virtuais furaram um bloqueio que parecia inexpugnável. E deixam a mídia bem mal na foto…

    Gilberto Maringoni, jornalista e cartunista, é doutor em História pela Universidade de São Paulo (USP) e autor de “A Venezuela que se inventa – poder, petróleo e intriga nos tempos de Chávez” (Editora Fundação Perseu Abramo).
    …”MMPC”…….NA LUTA!!!

  21. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…….FORA cORJA!!!#
    …….Pe.Pa de Mira diz: 14 de dezembro de 2011

    Boa Noite!

    Estranho, muito estranho.
    Segundo relato, o blogueiro estava teclando com um amigo, de repente não mais que de repente, sai de cena para cometer o cometido, como se fosse um ato corriqueiro e/ou banal, ou seja, vou ali e já volto…
    “Silencia-se o teclado” e a verdade distancia-se um pouco mais de cada um de nós. Como o roteiro da peça de Willian Shakspeare, Hamlet é atual.
    Meus sentimentos à família.

    Obrigado!
    …”MMPC” Na LUTA CONTRA a corja corrupta/corruptora!!!

  22. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…….FORA cORJA!!!………………………………….. …Eliana Calmon reafirma que há ‘bandidos de toga’

    SÃO PAULO – A corregedora nacional de Justiça, a ministra Eliana Calmon, reafirmou na noite desta segunda-feira que há, na magistratura brasileira, “bandidos de toga” e que sua declaração polêmica não foi contestada pelos corregedores de Justiça do país, responsáveis por investigar juízes de primeira instância. Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, a ministra afirmou ainda que o problema da magistratura não está na primeira instância, mas nos tribunais.
    – Os juízes de primeiro grau tem a corregedoria. Mesmo ineficientes, as corregedorias tem alguém que está lá para perguntar, para questionar. E existem muitas corregedorias que funcionam muito bem. Dos membros dos tribunais, nada passa pela corregedoria. Os desembargadores não são investigados pela corregedoria. São os próprios magistrados, que sentam ao lado dele, que vão investigar – criticou a ministra.
    Eliana Calmon defendeu a atuação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), cuja capacidade de investigar e punir magistrados está sendo questionada pela Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) no Supremo Tribunal Federal.
    – O CNJ, na medida que também é órgão censor, começa a investigar comportamentos. Isso começa a desgostar a magistratura – disse a ministra.
    Para Eliana, os maiores adversários do CNJ são as associações de classe, como a própria AMB:
    – Não declaram, mas são contra. A AMB é a que tem maior resistência – disse ela, que concluiu: – De um modo geral, as associações defendem prerrogativas: vamos deixar a magistratura como sempre foi. São dois séculos assim.
    Sobre a falta de punição aos magistrados, embora existam centenas de denúncias, a ministra respondeu:
    – Vou colocar de outra maneira: o senhor conhece algum colarinho branco preso?
    A ministra explicou a circunstância da declaração sobre os “bandidos de toga” e minimizou a gravidade da acusação:
    – Eu sei que é uma minoria. A grande maioria da magistratura brasileira é de juiz correto, decente, trabalhador. A ideia que se deu é que eu tinha generalizado. Eu não generalizei. Quando eu falei “bandidos de toga” eu quis dizer que alguns magistrados se valem da toga para cometer deslizes – disse ela, que defendeu sua posição: – Os corregedores reconhecem que aquilo que eu disse é o que existe…………………………………… …”MMPC”….MOVIMENTO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO CATARIENSE NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA/cORRUPTORA!!!

  23. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…….FORA cORJA!!!……………………………………… …………..”Quando dou pão aos pobres me chamam de santo, quando pergunto pelas causas da pobreza, me chamam de comunista.”
    Dom Helder Câmara, bispo católico brasileiro (1909-1999).
    Laboratório Interdisciplinar de Ensino de Filosofia e Sociologia – L E F I S – UFSC/SJH
    …”MMPC” Movimento do Magistério Público Catarinense na LUTA CONTRA a corja corrupta/corruptora!!!

  24. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…….FORA cORJA!!!………………………………… …….”A polícia privada entra em campo”
    — Michelle

    * destaque |
    * Nacional

    Com o empurrão da Fifa, segurança particular deverá ganhar espaço sem precedentes no Brasil

    07/12/2011

    …O mercado das empresas de segurança privada, à semelhança do que ocorreu na Copa da África do Sul, em 2010, provavelmente se consolidará definitivamente por aqui. Uma legislação de exceção, a Lei Geral da Copa tende a contribuir substancialmente para isso. Mas, se por um lado as empresas do setor lucrarão com o evento, a sociedade poderá vivenciar um estado de sítio, levado a cabo tanto por agentes públicos quanto particulares.

    De acordo com o texto enviado à Câmara dos Deputados, não se estabelecerão limites para os contratos com o setor na Copa de 2014. “O [Joseph] Blatter [presidente da Federação Internacional de Futebol, a Fifa] trará ao Brasil a consolidação do poder dessas milícias por meio desse modelo neoliberal tardio, trazido pela entidade”, afirma Ivan Seixas, presidente do Conselho Estadual de Direitos Humanos do Estado de São Paulo (Condepe) e ex-preso político.

    Segundo Antônio Jorge Ferreira Melo, coronel da reserva da Polícia Militar da Bahia, a Lei Geral da Copa, que poderá ser votada ainda neste ano, atribui ao organizador de eventos a responsabilidade pela segurança interna nos estádios e praças de show, mas não imuniza o Estado e, consequentemente, o contribuinte, de assumir corresponsabilidades, sem a devida contraprestação financeira. Antônio é professor e pesquisador do Progesp (Programa de Estudos, Pesquisas e Formação em Políticas e Gestão de Segurança Pública) da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

    Divisão de tarefas

    É o modelo que a entidade impôs na Alemanha, na África do Sul e, agora, o faz no Brasil. Nos “jogos-Fifa”, a Polícia Militar cuida da parte externa e os vigilantes da segurança interna. Os últimos se responsabilizam pelo estacionamento interno dos estádios, bilheteria, catracas, torcidas e isolamento do campo de futebol. Mas prevê-se que grupos da PM atuem em casos de intensa perturbação da ordem dentro das arenas.

    Já houve experiências com esse modelo no Brasil. Num amistoso da seleção brasileira contra a Holanda, em Goiânia (GO), a empresa espanhola Prosegur realizou a segurança interna e já está se especializando em grandes eventos. Já a brasileira Gocil se encarregou do serviço no jogo entre Brasil e Romênia. Como salienta Ivan Seixas, tal modelo tende a “seduzir” o torcedor, considerando que ele se sentirá seguro “sem a opressão de uma farda”.

    A realização da Copa do Mundo na África do Sul, entretanto, mostrou que o raio de ação desse setor extrapolou os limites dos estádios de futebol. Turistas e organizadores do torneio buscaram esquemas próprios de proteção. Segundo agências de notícias internacionais, a soma dos agentes de segurança privada compôs um número quase dez vezes maior do que o de policiais sul-africanos oficialmente encarregados da segurança do país. Enquanto a polícia da África do Sul possuía 44 mil policiais a seu serviço, a associação sul-africana Aliança da Indústria da Segurança disse ter empregado formalmente 395 mil pessoas em 2010.

    Consolidação

    Por aqui, o caminho é feito do mesmo ladrilho, enveredando para o horizonte dos empresários do setor, que não estão dormindo no ponto. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) promoveu, em 12 de setembro, na sede da entidade, um debate sobre segurança na Copa de 2014 e na Olimpíada de 2016. A discussão entre empresários, políticos e militares girou em torno de temas como gestão, tecnologia, legislação e integração das providências nas cidades-sedes da Copa.

    Qual será o raio de ação da segurança privada após os grandes eventos esportivos no Brasil? “A questão será se [a partir da Copa do Mundo] for definido que qualquer tipo de espetáculo, seja esportivo ou artístico, patrocinado por particulares, terá que utilizar a segurança privada, seja qual for o tamanho do evento”, pondera o coronel da reserva da Polícia Militar da Bahia, Antônio Jorge Ferreira Melo.

    Segundo ele, para mostrar-se seguro, o Brasil precisa se adequar às “forças do mercado”, atualmente globais – portanto, extraterritoriais –, que verdadeiramente exercerão a governança da grande festa do futebol mundial. Ao Estado, caberá apenas dar-se por satisfeito em garantir a infraestrutura, os meios e os serviços indispensáveis à realização dos jogos e assistir, de camarote, como convidado de honra, aos donos do capital mandarem e desmandarem nos gramados.

    Antônio teme ainda que o projeto de lei que cria o novo Estatuto da Segurança Privada, em tramitação na Câmara dos Deputados, possa representar uma radicalização na mercantilização de serviços de segurança em nosso país. O parágrafo 5º do artigo 2º do estatuto, por exemplo, determina que “a segurança privada em estádios e outros locais fechados de eventos, sob a responsabilidade da pessoa física ou jurídica promotora do evento, será obrigatória”. O ex-policial acrescenta que “o processo de privatização da segurança é mundial, não é específico no Brasil nem em relação à questão da Copa do Mundo”.

    O Brasil, além de ter de se adaptar a uma legislação de exceção, ainda permitirá a participação de capital internacional nas empresas de segurança, “porque geralmente as empresas que fazem segurança na Copa do Mundo são corporações, não são empresas nacionais”, pontua Antônio.

    Exceção

    Além da privatização da segurança se consolidar no país, a sociedade será obrigada a enfrentar novos desafios. “Esses eventos, tradicionalmente, permitem a criação de um estado de sítio. Deve-se colocar em discussão que com essa segurança particular, controlada por torturadores, policiais corruptos, policiais da ativa, há uma situação de privatização da segurança como um modelo. Devemos defender o modelo de segurança feito pelo Estado e não pelo particular”, defende Ivan Seixas, presidente do Condepe.

    Em entrevista ao Congresso em Foco, o promotor público Maurício Antônio Ribeiro Lopes, do Plano Integrado de Atuação do Futebol do Ministério Público de São Paulo, afirmou que a futura Lei Geral da Copa do Mundo vai signifi car a submissão do Brasil aos interesses da Fifa, além de instituir um estado de exceção. “É um momento em que uma série de garantias hoje constitucionais deixarão de ter vigência”, ponderou.

    E atestou ainda que possui sérias restrições a substituir o policiamento público oficial por uma milícia privada. “Não há possibilidade alguma de uma revista feita por um particular. Isso é algo inadmissível no nosso sistema. Nós não temos no Brasil uma empresa que tenha experiência em realização de segurança em grandes eventos como tem a Polícia Militar aqui em São Paulo, por exemplo. É uma atuação típica de Estado, e não de particular, o policiamento preventivo”, afirmou o promotor na entrevista.

    Na mesma linha, Marcelo Braga Edmundo, coordenador da Central de Movimentos Populares e do Comitê Social da Copa 2014 e dos Jogos Olímpicos, salienta que, por enquanto, as organizações populares questionam a realização da Copa pelo viés das remoções; mas, com a aproximação do evento, as questões da repressão aos trabalhadores e moradores de rua e do controle do espaço urbano também precisam ser levadas em conta.

    “Isso tem sido cada vez mais efetivado. Aumentou o número de carros [de empresas de segurança] nas ruas e a presença de equipamentos que visam espionar os trabalhadores”, pondera Braga. De acordo com ele, com crises ou grandes eventos cria-se o clima ideal para que mesmo os seguranças privados exacerbam suas funções. O grande medo, de acordo com ele, é que esses acordos e decretos continuem depois e qual modelo eles nos deixarão.

    O Brasil de Fato entrou em contato com as empresas de segurança privada Gocil e Prosegur para que elas comentassem o tema, mas não obteve resposta.
    …”MMPC”…….NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA/cORRUPTORA!!!

  25. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…….FORA cORJA!!!
    …sábado, 17 de dezembro de 2011
    …Em Florianópolis, aumenta o foco do Mosquito!!!
    …Em Foripa ou na Desterro, MUSKA VIVE!!! …AVANTE GALERA!!!

    …São estranhas essas mortes que geram vida. Assim é com a do Mosquito. Quando vivo, sua forma de ser, polêmica, forte, desbocada, agressiva, chegou a afastar muita gente. Mas, agora, que ele encantou, surpreendentemente juntou criaturas de todos os matizes para reafirmar um compromisso de luta, que foi a sua essência. Isso foi o que se viu na sexta-feira, dia 16, bem em frente à Catedral.

    A ideia de reunir os lutadores sociais para reiterar as denúncias feitas pelo Mosquito nasceu dentro do cemitério, enquanto o companheiro seguia para a última morada. Loureci Ribeiro, um histórico militante da reforma urbana nessa cidade, foi quem apontou esse caminho. Entendia que todo o trabalho pelo qual Mosquito deu a vida não poderia ficar no esquecimento. Então surgiu o mote do: “Prendam-me. Eu reafirmo as denúncias do Mosquito. O Dário é corrupto. O Marcondes é corrupto”. E tantos outros nominados pelo blogueiro. E as gentes foram para a rua.

    A catedral foi escolhida porque bem ali se fortaleceu a militância do Mosquito, um dos integrantes da “Novembrada”, momento de rebeldia que ocorreu em Florianópolis contra o presidente João Figueiredo e que significou o início da derrocada do regime militar. A partir dali, Mosquito nunca mais parou de gritar. Era justo então que fosse o lugar da reação.

    Na quentura da tarde dezembrina foram chegando os militantes. Gente das antigas, que andava sumida. Gente das lutas atuais, do Plano Diretos, das comunidades de ocupação, sindicalistas, estudantes, donas de casa, professores, gente de partido político, jornalistas, gente sem movimento, mas que conhecia e admirava a coragem do blogueiro, povo que vive na marginalidade do sistema, anônimos que encontravam no Mosquito o espaço para dizer sua voz. Gente como Nelson de Souza, um flanelinha da Beira Mar, que ali permaneceu durante todo o ato, emocionado. “Ele falava de gente como nós, que trabalha, que é digna, mas que a polícia vive oprimindo, como se a gente fosse bandido. A gente não é bandido, nem drogado. A gente é trabalhador. Isso é o que a gente pode fazer”.

    E, enquanto os amigos e companheiros de luta iam se revezando ao microfone, dirigindo-se ao prefeito, em cujo prédio – bem em frente – poderia estar a ouvir, policias se postavam ostensivamente, junto aos manifestantes, intimidando. E não eram soldados comuns. Era o próprio comandante da PM de Florianópolis. O que fazia ali, durante aquele réquiem? Foi a advogada Rosângela de Souza quem respondeu, indignada. “Já não basta tudo o que foi feito? Ainda vêm aqui espionar? E ainda me chamaram de mal-educada. Eu já estou cansada de ser humilhada por essa polícia que prefere estar aqui, a vigiar gente de bem, em vez de prender os bandidos que o Mosquito denunciou”. Rosângela também foi presa durante a novembrada, se mantém amiga de Mosquito desde aqueles dias e é uma referência na luta social desta cidade. Mulher guerreira, defensora das gentes, muitas vezes é tratada como “louca” por não fazer o jogo dos poderosos.

    Só que a presença da polícia não intimidou ninguém. Um a um os amigos e companheiros foram usando o microfone, dando nome e sobrenome daqueles que ajudar a matar o Mosquito, tais como Dário Berguer, Marcondes de Matos, Ideli Salvati, Márcio de Souza e tantos outros que entraram na justiça contra ele. “Toda essa gente é responsável, porque ajudou a inviabilizar a vida”. Também foram lembrados outros companheiros que enfrentam agressões e ameaças por estarem na luta pela cidade. Gente como o Azevedo Modesto e a Angela Liute, ambos da Ufeco, e o seu Nivaldo, da Vila do Arvoredo. “Temos de ficar juntos e proteger essas pessoas, porque eles estão brigando pela vida de todos nessa cidade”.

    Florianópolis é um lugar que foi apropriado por uma quadrilha que compra licenças ambientais, que burla as leis, que destrói a natureza, que mistura o público com o privado, que privilegia amigos, que não encontra punição. E contra isso os movimentos sociais se insurgem, assumindo cada uma das denúncias alardeadas pelo Mosquito. Essa é meta agora, acompanhar e ir até o fim na apuração de cada uma delas. É um compromisso.

    Mas, no meio da tristeza que foi perder um companheiro, também nasce a esperança. Principalmente por se perceber a presença de um número bem grande de jovens, dispostos a entrar de cabeça nessa luta por uma cidade boa e bonita para todos, e não só para alguns. Um exemplo disso são as Brigadas Populares, organização nova, movida por uma juventude rebelde, saída das fileiras da luta estudantil que, agora, fora da universidade, se volta para a cidade, se mistura às lutas do Plano Diretor, se compromete com as comunidades de ocupação e se enfileira com os velhos militantes de décadas. Um vento fresco, uma esperança, como que brotando dessa semente que se plantou no chão no triste 14 de dezembro. Olhando aquela gurizada, de olhos arregalados e coração aberto, a gente se sente mais segura para seguir em frente. Porque se um morre, brotam 10 no seu lugar. Como diz o velho poema: podem matar uma flor, mas não conseguirão deter a primavera.

    Os vilões do amor andam felizes. Estão dormindo bem, pensam que se livraram do impertinente pernilongo. Bobinhos. Pelas veredas desta cidade bonita, avançam os lutadores, que cada dia são mais e mais. Aumenta o foco do mosquito. Hora dessas, a gente vence!
    ……. por Elaine Tavares
    sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
    ……. As radicalidades de Nuestra América

    O eurocentrismo é mesmo uma coisa difícil de ser superada num país como o nosso, em que as mentes parecem estar, na sua maioria, repetidamente cativas do velho mundo colonial. Uma palavra de um pensador europeu vale mais do que toda a prática de um povo, por exemplo. Observei isso hoje ao abrir as redes sociais e ver, reproduzido à exaustão, um texto do Boaventura Souza Santos sobre a necessidade de a esquerda refletir sobre os acontecimentos recentes como o dos indignados na Espanha e o dos estadunidenses na Wall Street. No texto, o sociólogo português elabora uma boa análise sobre a incapacidade da esquerda de fazer uma ofensiva sobre o sistema, atuando sempre na reação, e também sobre a eterna divisão da qual é acometida sempre que assume o poder. A dança das cadeiras por cargos, a busca da perpetuação nos postos de mando.

    Boaventura traz um pouco da história das velhas bandeiras da esquerda e mostra o quanto as esquerdas que atuam nos novos movimentos na Europa e na zona do império (EUA) estão sendo incapazes de dialogar com os não-militantes, no sentido de permitir que eles se apropriem desse debate histórico e dessas bandeiras. Souza Santos consegue perceber bem os desafios da esquerda européia, que parece um tanto perdida no turbilhão de “democracia” que se apresenta de forma radical nas assembléias dos “indignados”. E ele está certo. Tanto na Grécia quanto na Espanha, onde estive acompanhando esses movimentos, era possível perceber que o que aparece como um monólito nas imagens de TV (o povo em luta) apresenta muitas fragilidades, justamente por conta da incapacidade das esquerdas em fazer a unidade na luta. Na Grécia, sindicatos e partidos – os que atuam dentro de um objetivo calculado – fazem manifestações em separado, peleiam por detalhes e muitas vezes deixam as gentes em desamparo, porque muitos não conseguem entender o teor das divisões. Na Espanha observei o mesmo fenômeno. Determinadas organizações preparam marchas em separado e igualmente se afastam das maiorias, que muitas vezes estão nas ruas por pura indignação mesmo, carentes de uma explicação do mundo.

    Mas, o que me chamou a atenção no texto do Boaventura e o que me parece foi o estopim para tantas pessoas o terem replicado, foi o fato de ele apresentar como novidade os processos de democracia – que ele chama de alta-intensidade – que se observam no interior dos movimentos. E aí sim fico pensando na incapacidade de nossos intelectuais de pensarem o mundo como totalidade. Porque, afinal, a vida não tem sua fonte original nas terras européias, ela também se expressa em outros espaços geográficos, às vezes com muito mais originalidade. Então proponho algumas indagações aos companheiros que pensam a vida.

    Não seria de alta-intensidade a democracia que sobrevive em Cuba, por exemplo – apesar do criminoso bloqueio comercial – com um processo de ampla participação popular que começa na rua de casa? E que depois se espraia nas assembléias por bairros e por municípios? Coisa que já dura aí mais de 50 anos! Não seria também de alta-intensidade a democracia que vive nas comunidades zapatistas, no meio da selva chiapaneca, onde as comunidades discutem à exaustão os temas que envolvem a reprodução de suas vidas e só tomam uma decisão quando todos concordam? E o que dizer da democracia participativa inaugurada pelo povo venezuelano a partir de 1998, com a formação de missões, conselhos e uma rica vida política de intervenção direta? Não seria de alta-intensidade a organização comunal dos ayllus, na Bolívia, em que as questões são decididas em conselhos abertos da comunidade? Ou as rodas comunitárias dos indígenas do Equador, do Chile, da Argentina, do Brasil?

    Esses são apenas alguns exemplos sobre como nessa nossa parte de chão também vicejam experiências inovadoras e originais, de democracia direta e participativa, talvez até em maior grau do que as que se observam nos movimentos rebeldes europeus? E não seria bom que nós, que vivemos de pensar o mundo, nos debruçássemos sobre essas vivências, para melhor compreender as possibilidades que elas oferecem? Nada contra as reflexões de Boaventura, ele tem mais que pensar e refletir o seu universo, e o faz muito bem. Ele inclusive aponta um elemento que pode ser revestido de caráter universal, que é o da necessidade de as esquerdas estudarem mais a realidade, a sua realidade.

    O que tento fazer, desde aqui deste meu pequeno pedaço de Abya Yala, é propor a descolonização do pensamento. Que possamos, até convidados por Boaventura, perceber as originalidades que vicejam aqui mesmo, ao nosso redor, nessa terra cheia de possibilidades. O capitalismo faz água, está em processo de queda e como já anuncia outro teórico – do mundo árabe – Samir Amin, nos processos de queda de impérios e de mudança de temperatura do mundo é sempre a periferia do sistema aquela que tem as melhores chances de arrancar para algo radicalmente novo. Eu percebo que o novo sempre esteve aqui. Falta ser visto, observado com mais cuidado e incorporado às nossas análises da realidade.
    … por Elaine Tavares …………………………………………….. …”MMPC”……NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA/cORRUPTORA!!!

  26. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…….FORA cORJA!!!
    …….Floram inaugura Casa do Licenciamento
    16 de dezembro de 2011

    Superintendente da Floram, Gerson Basso, inaugura hoje a Casa do Licenciamento Ambiental de Florianópolis. Será as 18 horas no Parque Ecológico do Córrego Grande.

    … por Mestre MÔA

    *
    … Giffoni diz: 16 de dezembro de 2011

    Assim, se o parque é ambiental e ecológico, o que faz a dita cuja casa lá? Poluição, por suposto. Haja.
    *
    … Observador Ilhéu diz: 16 de dezembro de 2011

    O Sr. Gerson Basso lançou ontem sua candidatura à prefeitura e hoje esse factóide da Casa do Licenciamento.. que espetáculo!!!
    *
    … Luis diz: 16 de dezembro de 2011

    Aceitam cheque lá??
    *
    … Ernesto São Thiago diz: 16 de dezembro de 2011

    Bem pertinho da Lagoa da Conceição. Que ele tenha aproveitado para vir sentir o cheiro das algas podres e requisitado a COMCAP para retirá-las da água. Os moradores e turistas do bairro não aguentam mais: o cheiro e o empurra-empurra entre a FLORAM e a COMCAP.

    Acrescente-se a este círculo vicioso a CASAN, talvez a causa primeira de todo o problema, pois, através da rede pluvial, despeja esgoto \”in nautura\” na Lagoa da Conceição todas as vezes que, por falta de manutenção, pifa a bomba de recalque da ETE local (e vive pifando). Tal crime se dá porquê a CASAN teria instalado \”ladrões\” na rede esgoto conectando-a à rede pluvial para, quando a bomba de recalque pifar, não haver transbordamento para a rua, \”dando na vista\”. Assim o excesso vai para a rede pluvial e dela para a Lagoa da Conceição.

    Mas a emenda, fora o crime ambiental, saiu pior que o soneto, pois, se o malfeito \”não dá na vista\”, \”dá no olfato\” de toda a gente.
    …”MMPC”….Movimento do Magistério Público Catarinense…….NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA/cORRUPTORA!!!

  27. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…….FORA cORJA!!!……………………………………. …….DESgoverno Catarinense fecha Escolas em Florianópolis
    …Menino no Mont Serrat – “E AGORA COMO É QUE FICA???”

    …….Uda Gonzaga tem 73 anos e sempre foi educadora. Formou-se no ano de 1963 e logo iniciou o trabalho de ensinar a criançada na sua comunidade, o Mont Serrat, no maciço do Morro da Cruz, em Florianópolis. As poucas famílias que então lá viviam construíram, elas mesmas, duas pequenas salas, onde a gurizada aprendia as primeiras letras. O tempo passou, a comunidade cresceu e o governo acabou construindo mais duas salas na área da caixa d´água. Mais famílias chegaram e foi preciso alugar três casas para transformá-las em escola, até que as aulas passaram a ser dentro da Copa Lord, a escola de samba da comunidade. De novo as famílias se mobilizaram e o governo alugou outras casas, maiores, para abrigar os alunos. “Tudo sempre foi na luta, tudo sempre teve de ser arrancado”, diz Uda.

    Mais tarde, a escola foi para a creche, que era um espaço maior, e logo em seguida para o terreno em frente à igreja. Havia aulas da primeira a quarta série e eram mais de 500 alunos, tudo registrado nos livros da escola. Foi só em 1978 que se construiu o prédio da que hoje é a Escola Lúcia do Livramento Mayvorne e ali as demais crianças do morro aprenderam a ler e escrever, sempre perto de casa e com o acompanhamento das famílias. São 49 anos de história e de muita batalha para que esse direito pudesse ser vivido.

    Pois neste dia 20 de dezembro, alguns dias antes do Natal, o governo do Estado, comandado por Raimundo Colombo (PSD, ex-DEM), desativa a escola (com mais de 200 alunos) e repassa o prédio para uma congregação religiosa, a dos Maristas. A comunidade do Mont Serrat está chocada. Ninguém jamais poderia esperar algo assim. “A notícia chegou no dia 24 de novembro. O diretor estava na escola e recebeu um telefonema dizendo assim: já tens lugar para ficar? E ele ficou sem saber o que dizer. Não sabia de nada. Ninguém sequer avisou, ninguém veio falar com os professores, com os alunos, com a comunidade. Foi um choque”, conta dona Uda.

    “Tiraram o nosso chão” diz a mais conhecida professora da comunidade. Ela já perdeu a conta de quantas vezes desceu o morro atrás das autoridades para que o Mont Serrat pudesse educar seus filhos. E toda a gente sabe que essa não é uma comunidade qualquer. É a mais tradicional de toda a ilha, berço do samba, espaço de incontáveis lutas. “Não é justo o governo fazer isso com a educação, leiloar, fazer um quem dá mais. Nós seguramos essa escola essas décadas todas, sem ajuda, sem apoio. E agora, eles entregam para a iniciativa privada. Quem não gostaria de ganhar um prédio daqueles? Estamos muito tristes. No próximo ano a escola completaria 50 anos. Não há palavras para descrever a dor”.

    Mas não foi só no morro

    A dor da dona Uda não é solitária na cidade. Desde o ano de 2007, o governo estadual fechou mais quatro escolas. A primeira foi a Antonieta de Barros, no centro da cidade, que tinha problemas estruturais, não foi consertada e jamais se devolveu à cidade, virou um almoxarifado da secretaria de educação. Abrigava mais de 252 alunos, a maioria oriunda dos morros da capital. Depois foi a Silveira de Souza, fundada em 1913, a segunda escola pública do estado de Santa Catarina, que funcionava num prédio belíssimo no centro. Ela foi municipalizada em 2009 sob a alegação de que tinha poucos alunos (224) e entregue à prefeitura que fez parceria com a iniciativa privada e transformou o lugar em espaço cultural. Em seguida fechou a Celso Ramos, no pé do Morro do Mocotó, outra comunidade tradicional da ilha. O prédio seria doado para a Assembleia Legislativa e só acabou se transformando em creche porque a comunidade empreendeu uma luta gigantesca para isso. E depois atacou a não menos tradicional comunidade da Coloninha, na área continental, fechando a história escola Otília Cruz, com o projeto de construir ali uma cadeia. E agora, isso, mais uma cartada, entregando a escola do Mont Serrat para os padres maristas.

    Todos esses fatos não aconteceram sem luta. Entre os professores que levaram uma greve histórica esse ano, essa era uma denúncia recorrente, e a reabertura das escolas pauta de reivindicação. Mesmo assim, o governo permaneceu surdo. Os argumentos usados pelo governador são os mais absurdos possíveis. Segundo ele, as escolas foram fechadas porque havia muita evasão. Ora, mas por que acontece a evasão nas escolas das periferias? Qual estudo foi empreendido pelo estado para saber por que os jovens empobrecidos deixam a escola? Por que a secretaria de educação não realizou uma campanha de matrículas? Por que não foi conversar com os pais, com a comunidade? Não. Em vez de se preocupar em trazer de volta para a escola os jovens que evadem prefere fechá-las. Ou ainda melhor, entrega-las para as mãos privadas, repassando assim, sem maiores custos um patrimônio histórico, muitas vezes construído com as mãos, o sangue e o suor da comunidade.

    O mais incrível nessa história de terror da educação catarinense é que o mesmo governo aprovou na Assembleia Legislativa uma verba de 360 milhões de reais para uso em propaganda em 2012. Isso significa o gasto de um milhão por dia para falar das belezas do governo, enquanto para a educação não há recursos. Também se sabe que dos 7% do PIB que deveriam ser investidos na educação, apenas 2,9% recebem esse destino, conforme lembra a dirigente do Sindicato dos Professores – regional de Florianópolis – Rosane de Souza. Segundo ela, o governo provocou a precarização das escolas e agora entrega aos privados, sem se importar com a juventude que fica ao deus dará. Ela acredita que a proposta de municipalização das escolas básicas deve piorar ainda mais a situação nas comunidades empobrecidas. “Se hoje apenas 18% das crianças da educação infantil são atendidas pelo município, e isso é um dado nacional, do IBGE, como vamos acreditar que o município vai dar conta da escola básica? Sabe-se que nas comunidades de baixa renda esse número cai ainda mais, fica em 11%. Então, qual será o futuro da educação”? Alguém tem alguma dúvida?

    Segundo Rosane o fechamento da escola do Mont Serrat é mais um golpe na população catarinense. E mais ainda, um tremendo golpe nos professores. Imaginem um professor que atua há 20 anos numa escola, como é o caso de alguns na do Mont Serrat, ser, de repente enviado para outra escola, sem qualquer conversa, sem diálogo, sem preparação? “Todos os efetivos serão distribuídos pela rede e os contratados em caráter temporário, demitidos. E assim vai agindo o governo. Primeiro ele abandona as escolas, depois deixa às baratas e por fim, entrega para a inciativa privada”. Nessa lógica, que se danem os professores e que se danem as crianças.

    Mas, o Sinte, sindicato dos professores, promete que essa não é uma guerra perdida. A luta vai continuar. Nesse final de ano a categoria ainda segue lambendo as feridas de uma longa greve travada para que o governador cumprisse a lei e pagasse o piso nacional. O movimento durou dois meses, foi desgastante e terminou sem maiores vitórias. Mas, com a retomada do ano letivo as privatizações de escolas estarão na pauta de luta. “Não estamos vencidos. Se o governo tem dinheiro para aplicar em propaganda e para financiar escolas privadas, haverá de ter dinheiro para recuperar as escolas e voltar a atender as comunidades que agora estão arrasadas com os fechamentos”.

    Esse também é o sentimento das famílias do Mont Serrat, a quem está tocando agora esse momento de estupor. “Estamos no chão”, repete dona Uda. Mas, talvez, seja hora de levantar e lutar. A história da escola Lúcia do Livramento Mayvorne, que completaria 50 anos em 2012, não é coisa para ser derrubada assim, numa canetada. Ela é fruto da caminhada de toda uma comunidade e precisa ser respeitada.

    Também é hora de a sociedade catarinense saber o que se passa, já que esses fechamentos saem na imprensa como drops informativos, sem contexto, sem histórias, sem humanidade. E assumir essa luta junto com as comunidades. Juventude precisa de educação, e educação de qualidade. Deixá-los fugir da escola, sem saber o que se passa, sem compreender esse movimento de evasão, fechando as escolas, é quase criminoso.

    ……. por Elaine Tavares ……………………….”MMPC”…NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA/cORRUPTORA!!!

  28. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…….FORA cORJA!!!…………………………………….. …….“Privataria” explica como funciona a lavagem de dinheiro no Brasil
    * Nacional

    O autor Amaury Ribeiro Jr. comenta sobre a repercussão do livro na imprensa

    20/12/2011

    Vivian Fernandes,
    da Radioagência NP

    O livro “A Privataria Tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro Jr., alcançou dois feitos importantes no jornalismo investigativo nacional. Um deles é por ser um fenômeno de vendas, alcançando 15 mil exemplares vendidos somente no dia do lançamento, 9 de dezembro. Além disso, a segunda edição chega às livrarias com mais 80 mil exemplares. O segundo feito se deve ao fato de ter sido ignorado pela maioria dos veículos da grande imprensa, mesmo com o estrondoso sucesso.

    A corrupção e a lavagem de dinheiro são os temas centrais da obra, que traz como um dos casos investigados o esquema montado em torno do político do PSDB José Serra. Com farta base de documentos, o livro destrincha os processos por trás das privatizações de estatais brasileiras.

    Jornalista investigativo de renome, ganhador de três prêmios Esso, Amaury Ribeiro Jr., em entrevista à Radioagência NP, comentou sobre a repercussão do livro na grande imprensa. Ele também disse esperar que “A Privataria Tucana” contribua para mudar as leis que deixam impunes muitos esquemas de lavagem de dinheiro no país.

    Radioagência NP: Como foi o início da investigação que gerou “A Privataria Tucana”?

    Amaury Ribeiro Jr.: Eu comecei a investigar no início da década de 2000, quando surgiram as primeiras notícias de que haveria propina nas privatizações. Depois tratei o mesmo tema quando veio à tona o caso [do esquema de lavanderia] Banestado, em 2003. E depois em 2004, o Ricardo Sérgio de Oliveira, que era o tesoureiro de campanhas [do PSDB] e o chefe que pilotava esses consórcios de privatizações, moveu um processo contra mim por danos morais e eu venho na exceção de verdade, que é um processo para se defender na Justiça. O juiz obrigava a dar todas as informações sobre a propina das privatizações. Foi aí que vieram os primeiros documentos que estavam arquivados na CPI do Banestado e que vieram as primeiras provas da CPI das privatizações. Eu trabalhava no Estado de Minas [em 2008] quando o jornal me chamou para investigar um suposto esquema de espionagem da vida do Aécio [Neves, PSDB]. Aí eu resolvi ampliar a investigação e investigar novamente esse tema.

    Radioagência NP: O que você destacaria como elemento central da obra?

    ARJ: O elemento central da obra, embora ela fale sobre propinas nas privatizações, acredito que é um livro que aborda de forma geral a questão da lavagem de dinheiro e do combate da lavagem de dinheiro no mundo todo. Explica como se lava dinheiro, como foi o processo de combate à lavagem de dinheiro no mundo, explica as leis e as portarias do Banco Central. Não é o ponto central só a lavagem de dinheiro nas privatizações. Acho que o ponto que eu mais gosto é esse: situar como funciona a lavagem de dinheiro no Brasil.

    Radioagência NP: Qual seria a função que você espera que o livro cumpra na sociedade?

    ARJ: O que eu acho que precisa ser feito é, primeiro, mudar nossa lei de lavagem de dinheiro, que é uma lei que já nasceu ultrapassada. Criou-se no meio jurídico, por exemplo, que para lavagem de dinheiro tem que provar o que se chama de crime antecedente. Para provar que houve lavagem de dinheiro com corrupção, tem que se provar primeiro que houve corrupção. Outra coisa é coibir outros mecanismos de internação de dinheiro, quer dizer, evitar que empresas de off shore – de paraísos fiscais – se tornem sócias de empresas no Brasil. Porque essas empresas só entram [no país] para internar dinheiro e buscar um respaldo legal para isso. Então, esses são alguns mecanismos, entre outras coisas, para se tentar brecar a questão da lavagem de dinheiro. Se acontecer isso, já ajudou muito, o livro já terá cumprido um papel.

    Radioagência NP: Qual sua opinião sobre a cobertura da grande imprensa em relação ao livro?

    ARJ: O grande fenômeno do livro é porque ele bate na grande imprensa, nos seus principais veículos. Bate e bate violentamente em alguns veículos, mostrando o papel partidário, a favor da candidatura do José Serra [PSDB] na eleição passada. Acho que se a grande mídia entrar, vai entrar para atacar. Embora eles não queiram dar, problema é deles, porque nós não dependemos deles para vender livro. É um fenômeno o que está vendendo, mais até do que de música sertaneja. Nós não precisamos deles, isso é um fato novo.

    Radioagência NP: Como você avalia essas primeiras manifestações do José Serra sobre as denúncias que você publicou?

    ARJ: A primeira notícia que eu fiquei sabendo é que ele não falou nada, só falou que o negócio [livro] era um lixo, e ele não ia explicar um lixo, que não tem provas. Mas tudo tem documentos, e o que ele fala desses documentos? Essa é uma defesa meio generalizada. Ele tem que explicar fato por fato, tem que explicar cada ponto daquilo. O Serra agora que está se manifestando, que vai processar e tudo, demorou sete dias para responder. Levar processos faz parte do jogo, eu sempre fui processado. Com base na Lei de Imprensa, todos os processos que eu peguei, eu ganhei o processo.

    Radioagência NP: A recente publicação da revista Veja a respeito de escândalos financeiros do PT soa como uma resposta às denúncias sobre o PSDB que você fez?

    ARJ: Em relação à matéria do PT que saiu em uma revista, aquilo sim, com certeza é uma resposta. Eles só não acabaram comigo naquela matéria, porque o autor da matéria, quem assina a matéria, apurava aqueles fatos junto comigo quando trabalhava comigo na Istoé. Na época, nós queríamos a lista verdadeira de Furnas, então nós buscávamos um laudo original pra dizer se aquela lista era verdadeira ou falsa. Então, talvez eles queriam dizer que eu falsifico documentos e tudo. Aquela matéria é um recado e eu acho que vão criar mais fatos ainda. Com certeza daqui para frente eles vão tentar me desqualificar, inventar coisas. Esse é o jogo que eles fazem sempre.
    …”MMPC”…….NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA/cORRUPTORA!!!

  29. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…….FORA cORJA!!!…………………………………….. …….Educação ambiental como formação política de conteúdo emancipatório nos tempos de pré-sal
    — Michelle

    * opinião |
    * Análise

    A limitada formação política do povo brasileiro, expressa-se no pequeno nível do poder organizativo e mobilizador real das organizações sociais populares

    25/11/2011

    Frederico L. Romão

    Desde sempre volumosas somas de recursos envolvem o setor de petróleo. Com o advento do pré-sal, esses valores tendem a crescer exponencialmente no Brasil, justificando todo o esforço acadêmico e social, no sentido de garantir aplicação socialmente justa e ambientalmente sustentável dessas riquezas. Neste tocante, destacam-se quatro importantes aspectos que precisam nortear as urgentes preocupações.

    1) É já por demais sabida a capacidade que tem as elites brasileiras de se apropriarem dos vários espaços de poder e, a partir deles, orientar as estruturas e superestruturas do Estado, exclusivamente na direção dos seus interesses. Diversos outros ciclos econômicos (cana de açúcar, ouro, borracha, café, …) foram apropriados privativamente, de tal sorte conformando um pais de brutal desigualdade social.

    2) Os números que envolvem o mundo do petróleo, simbolicamente, são sempre muito importantes e contraditórios em all the world. Pode-se notar que as guerras no Oriente Médio e a apropriação recente das revoltas no mundo árabe refletem isso. Do ponto de vista endógeno, a Petrobras ao tempo em que contribui historicamente com a conformação da nação sobre vários aspectos, reserva contradições pontuais no trato com seus trabalhadores.

    3) É sempre presente a possibilidade de contaminação com a “doença holandesa”, a partir do que países detentores de grandes recursos naturais não apresentam distribuição social da riqueza natural que possui. O que ocorre hoje com municípios recebedores de royalties de petróleo no Brasil caracteriza doença holandesa de tipo distinto. Entre 2000 e 2010, R$ 22.425.899,05 (vinte e dois milhões, quatrocentos e vinte e vinco mil, oitocentos e noventa e nove reais e cinco centavos) foram distribuídos em royalties aos municípios produtores, entretanto não se observa retorno social compatível. E é fato que muitas das populações desses municípios têm péssimos serviços públicos e vivem de forma igual ou pior à de populações daqueles municípios não recebedores de royalties.

    4) O setor petróleo guarda intrinsecamente, nos segmentos upstream e downstream, um forte potencial deletério do meio ambiente, desde os trabalhos sísmicos, exploratórios, passando pela produção, refino, até a distribuição aos consumidores. Os acidentes envolvendo os cargueiros Atlantic Express (1979), Exxon Valdez (1989); a contaminação da Baia de Guanabara (2000), o afundamento da P-36 (2001), o acidente da plataforma Deepwater Horizon, no golfo do México (2010) e o presente vazamento na bacia de Campos pela Chevron (2011) são ilustrações irrefutáveis.

    No Brasil, desde final dos anos 30, já se observava legislação preocupada com a preservação de aspectos ambientais. Essa legislação cresce notadamente nos anos 60, e ganha substantiva conformidade normativa no início da década de 80 com a aprovação da Lei de Política Nacional de Meio Ambiente – número 6.938 de 17/01/1981. A preocupação crescente com as questões ambientais é consagrada na Constituição Federal de 1988, que dedicou todo o seu capítulo VI exclusivamente à questão ambiental. Em face do arcabouço constitucional e legal, bem como vista toda a estrutura protetiva e defensiva entre nós (Conama, IBAMA, etc), o Brasil adentra o século XXI com um dos mais bem elaborados sistemas de preservação e de proteção ambientais do mundo.

    Contrário ao crescimento dos recursos afins e à elaboração jurídica de caráter ambiental, encontram-se ainda em estado embrionário as ações e programas mitigadores da gama de afetação nas atividades de petróleo e gás e/ou compensatórios do trato ambiental de um modo geral,

    A limitada formação política do povo brasileiro, expressa-se no pequeno nível do poder organizativo e mobilizador real das organizações sociais populares. Reflexo de um Estado historicamente repressivo e desmobilizador. A pouca presença de elementos questionadores (objetores de consciência) é ainda mais sensível nos pequenos e médios municípios, justamente os locais nos quais se encontram os grandes reservatórios e produção de petróleo no Brasil.

    É muito provável que a explicação para a reduzida aplicação socialmente justa e ambientalmente sustentável das riquezas do petróleo, particularmente dos royalties, seja fruto dessa incipiente capacidade questionadora, articuladora e mobilizadora das populações nos municípios. Tem-se o direito, existem os recursos, porém falta quem cobre suas aplicações.

    Sabidamente o advento do pré-sal fará crescerem sobremaneira os recursos do setor petrolífero no país. Caso não se amplie o poder argumentativo, com consequente controle social de conteúdo popular dos povos envolvidas sobre as riquezas do pré-sal, o ter-se-á como resultado certo o estupendo alargamento da doença holandesa acima caracterizada e da desigualdade social vigente.

    É necessário interpretar meio ambiente em seu caráter relacional mais profundo; o qual incorpora os conceitos de bioma, biota e biosfera, e dentro dos quais o ser humano nas suas diversas relações políticas, econômicas, sociais e culturais tem papel preponderante. Dessa maneira a promoção da educação ambiental preconizada pela Constituição Federal de 1988 e especificada pelo IBAMA, no tocante às atividades de petróleo e gás, só terão desaguadouro razoável se “proporcionar as condições para o desenvolvimento das capacidades necessárias para que grupos sociais em diferentes contextos socioambientais do país exerçam o controle social da gestão ambiental pública” (IBAMA,2005).

    Este conjunto de fatores orienta para que educadores, sindicatos de petróleo, organizações civis e populares aproveitem em toda sua inteireza os espaços, tempos e recursos disponíveis dentro do processo de licenciamento referente às atividades de produção e escoamento de petróleo e gás. O sentido é garantir ao longo dos anos e em toda cadeia produtiva o processo de Educação Ambiental continuada, que envolva amplos setores das camadas populares, dotando-os de formação política de conteúdo emancipatório.

    Frederico L. Romão é Doutor em Ciências Sociais/Unicamp, Professor voluntário do Departamento de Serviço Social/UFS – fredericoromao@uol.com.br
    …”MMPC”…….NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA/cORRUPTORA!!!

  30. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…………………#
    …….Melania diz: 22 de dezembro de 2011

    Bom tarde!!!
    Infelizmente, esta realidade era de se esperar de um governo que não cumpre leis e agora além de tudo fala à sociedade como que a educação estivesse muito bem, obrigado. Com toda a demonstração dada na época da greve, não foi suficiente para o mesmo ver o poder que a categoria tem. Então enganou-nos, senhor governandor…com palavras de acordo só para voltarmos ao trabalho???? Mas a educação não se faz somente de um ano letivo, faz-se a todo momento, porque muitos estão acostumados a ser governados, são pessoas de pouca instrução, aceitam as belas palavras/promessas de época de campanha, e pior de tudo, acreditam nestas pessoas, mas a nossa categoria é a formadora de conhecimento, o qual usufruem a todo momento, acredito este conhecimento não aconteceu do nada na vida destes, mas sim, por intermédio de um professor, porque será que os políticos odeiam tanto a nossa categoria???? Como professora, só posso acreditar que foram aqueles tipos de alunos que queriam tudo facilmente em suas mãos sem muito esforço e que não conseguiram êxito com seus competentes professores…da época. Às vezes, pergunto-me: não existe lei para governos intransigentes, que pensa que pode tudo…não respeita ninguém, nem leis superiores???? É lamentavem que em pleno século XXI ainda tenhamos ditadores, pessoas estas que não evoluiram no tempo…E o mais inadimissível é que, somos governados por uma pessoa que não se compara ao conhecimento da maioria dos professores com graduação,especialização, mestrado, doutorado… Só espero que o SINTE, com toda a documentação que tem em mãos procure outras estâncias e faça valer nossos direitos e ponha abaixo todo esse autoritarismo deste governo. Mas 2012, está aí, ou cumpre o acordado para o término da greve passada ou o próximo ano letivo já começa comprometido. Sou contra a GREVE, mas se esta for a solução, novamente vamos nós… GREVE, até este governo nos pagar o que nos é de direito e o que nos deve. GREVE…GREVE…GREVE…GREVE…
    Abraços a todos os Professores(as) de Santa Catarina, estendido a você, Moacir…”Mestre MÔA”
    Um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo e que Deus sempre nos proteja.
    …”MMPC”….NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA/cORRUPTORA!!!

  31. …(DES)governo da VERGONHA!!!…AUDITORIA FEDERAL JÁ!!! …”O SENHOR DA GREVE É A BASE!!!”……………………………………………………………………..comentário ………………………………………………..Professora Cristina Sutil, de Lages.

    …Considerações GREVISTAS em resposta à nota enviada pela assessoria de imprensa do governo – através da Gerente de Educação de Lages:

    1. A GERENTE, REPRESENTANDO O (DES)governo DIZ: “Os poucos que permanecem na greve têm interesses que vão além das questões salariais.”

    RESPONDO: Sou Professora! NÃO sou filiada a nenhum partido político! Esta foi uma infeliz insinuação. Aliás, muitos filiados que conheço querem a desfiliação partidária… Do jeito que as coisas estão, estamos sendo encorajados e com motivos legítimos a trabalhar contra os INIMIGOS DA EDUCAÇÃO!!!

    As questões salariais são importantes sim! Quem disser que não, estará sendo hipócrita. Que tal propor aos senhores deputados e ao senhor governador, trocar a ALESC e a Agronômica pela escola, e o piso salarial do magistério pelos seus salários?

    2. A GERENTE DIZ: “…vários Professores apresentaram planos de reposição de aula após a proposta de folha suplementar…”

    RESPONDO: Professores são seres humanos e tem necessidades humanas… Comem, dormem, amam, FICAM DOENTES, querem ter lazer, choram … iguais a todo trabalhador. Os descontos em FOLHA ameaçaram a qualidade de vida dos Professores e de seus familiares!

    3.A GERENTE DIZ: “Os Professores aceitaram as condições oferecidas pelo (DES)governo.”

    RESPONDO: Não aceitei como bem-vindo ou ideal o PROJETO de LEI COMPLEMENTAR. Fomos desrespeitados enquanto CATEGORIA. O governo massacrou nosso PLANO de CARREIRA;”DESTRUIÇÃO”

    4. A GERENTE DIZ: “A greve acabou em nossa região”

    RESPONDO: A greve não é da regional de Lages. A greve é Estadual. Foi deflagrada em uma Assembléia Estadual e só poderá ser encerrada desta forma também.

    5. A GERENTE DIZ: “Só retornarão às salas de aula quando a organização determinar”; “De acordo com a gerente de Educação, os Grevistas são representados pelo Sinte.”

    RESPONDO: Quem é sindicalizado deve respeitar o estatuto de seu sindicato. NÃO faço parte da diretoria do SINTE.
    Ninguém entra ou sai de greve obrigada por Organização Sindical. Não podemos agir à revelia. Não somos nós que estamos ultrajando a LEI; “É O (DES)governo FORA DA LEI!!!”
    6. A GERENTE DIZ: “Apenas 16 professores de Lages permanecem em greve”

    RESPONDO: É um ENGODO acreditar que os professores que já voltaram às suas atividades estejam COMPLETAMENTE satisfeitos com as atitudes do (DES)governo. Podemos estar momentaneamente desestimulados… Mas não estamos mortos!!! Sinto-me dignificada por fazer parte deste número. Estou desde o início na minha primeira Greve, sei que muitas outras virão até que compreendam os incompreendidos… (e viva Martin Luther King!)…………………………………………….O MOVIMENTO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO CATARINENSE CONTINUAAA FIRME E FORTE, CAUSANDO SÉRIOS PROBLEMAS AO (DES)governo da “tripa ali” ança—pmdb, psdb e (pfl/dem/psd*)…AUDITORIA FEDERAL JÁ!!!…CADÊ A GRANA FEDERAL DO FUNDEB???…A GREVE É NOSSA ARMA CONTRA A CORJA CORRÚPTA!!!………………………………………………………………………………”Se eu soubesse que o mundo terminaria amanhã, hoje ainda plantaria uma árvore.” – Martin Luther King-…………..MOSTRAMOS NOSSA FORÇA E SURPREENDEMOS A TUDO E A TODOS!…………..LEI NÃO SE NEGOCIA, LEI SE CUMPRE!…………..JUNTOS SOMOS FORTES E A GREVE CONTINUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!

  32. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…….FORA cORJA!!!
    …….Sinte lamenta fala de Colombo…………..
    22 de dezembro de 2011
    …………..Mestre MÔA!!!
    Nota distribuida pela Coordenação Estadual do Sindicato dos Trabalhadores em Educação manifesta indignação com o governador Raimundo Colombo, que estaria descumprindo compromissos da última greve dos professores. Confira:
    “A Executiva Estadual do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (SINTE/SC), representante legítimo da categoria, está indignada com a falta de compromisso do governador Colombo, manifestada em entrevista divulgada pela imprensa catarinense, nesta quarta-feira (21/12). Lamentavelmente, tudo o que ficou acordado entre o SINTE/SC e o governador catarinense, durante a greve dos trabalhadores em educação, e nas reuniões do grupo de estudos, foi desrespeitado, verbalmente, pelo governador. Além de a atitude de Colombo ser contrária ao que ele próprio assumiu com a categoria e os catarinenses, para a Executiva Estadual do SINTE/SC, o fato causa indignação em todos.
    Na entrevista divulgada em todo o Estado, ontem, o governador Colombo mudou o tom de voz e o discurso, principalmente, no que se refere ao pagamento do Piso Salarial Profissional Nacional. Durante e depois da greve dos trabalhadores em educação, o governador assumiu o compromisso de pagar o que fosse determinado como reajuste de âmbito federal do Piso. Com o anúncio de 22% de reajuste do Piso, Colombo chegou usar a expressão “loucura”, para falar a respeito, chegando conjecturar a possibilidade de Santa Catarina dar aumento de apenas 6% ao Piso, o que, segundo ele, corresponde ao aumento do índice do INPC.
    “As afirmações do governador nos surpreendem, pois ele próprio desfaz os compromissos assumidos, demonstrando falta de seriedade com a categoria”, lamenta a Executiva Estadual do SINTE/SC. Além de garantir que o governo catarinense iria pagar o reajuste do Piso Nacional, o governador assumiu, também, o compromisso de manter a regência de classe integral, até janeiro de 2012, junto com a descompactação da tabela, que diz respeito à carreira do magistério estadual. Para 2012, a Executiva Estadual do SINTE/SC exige a continuidade da discussão das propostas, priorizando a descompactação da tabela salarial e a revisão da Lei dos ACTs, já que, até o final das reuniões do grupo de estudos, o governo do Estado não se comprometeu com o que já havia acenado. A categoria não aceita que sua vida seja definida, sem os direitos conquistados.
    Outro sério problema, citado na entrevista do governador, à imprensa, diz respeito à merenda escolar, que, segundo Colombo, “terá parte terceirizada”. Defendem as lideranças do SINTE/SC que toda merenda escolar, da rede pública estadual, seja administrada pelo poder público, com compra direta dos alimentos, e contratação dos trabalhadores, através de concurso. Diante da manifestação do governador, o SINTE/SC irá intensificar os debates que já vêm sendo feitos com lideranças de várias entidades envolvidas na questão, para garantir que o processo aconteça em sua totalidade.

    Postado por Moacir Pereira

    *
    OS TRAPALHÕES… diz: 22 de dezembro de 2011

    …resta saber se colombo está sintiendo esta lamentacion…
    *
    aderbal diz: 22 de dezembro de 2011

    Sr MOACIR. olha só, o que o governador e seus alidaos pensam da educaçao? o que o povo pensa da educação?
    sabe, acho que ninguem se importa com a educação de nossas crianças, isso é fato, pois além de nao pagarem o que se deve realmente aos professores e não cumprir com a palavra (o sr deve lembrar muito bem quais as palavras dele em relaçao a janeiro – reajuste do piso + regencia integral 40 e 25 % + aulas excedentes 2.5 + 2.5 % ), estão fingindo e colocando materias bonitas no site da secretaria de educação.
    mas convenhamos que sabemos como é a realidade, porque sua equipe do rbs nao faz uma materia mostrando como é dentro das escolas publicas? para desmarcaram o governo. sei que a imprensa é podereso o suficiente para isso.
    um exemplo é, nas 2 escolas que trabalhei este ano, uma ficou 1 semestre inteiro sem professora de 5º ano e professor de quimica no esn medio. na outra escola o ens fundamental ficou sem professor de geografia o segundo semestre todo, ai qual a soluçao das escolas para passar os alunos? repetir as notas que tinham nos bimestres anteriores. fora a merenda, que professor nao pode nem tocar, ai o que sobra novinho, cheirando bem, vai pro lixo, ou é para os alunos ou para os alunos. e nos ginasios de esportes, que as crianças tem que fazer aulas num calor infernal, porque nos projetos nao fizeram um isolante termico no telhado, e quando nao é o calor, sao as goteiras em dias de chuva que lavam o chao ? e a questaão dos ares ccondicionados que nao funcionam, mais um jeito de desviar verbas publicas. agora lhe pergunto novamente, isso é avanço nas escolas publicas? isso é se preocupar com os alunos? aumentar salarios de vereadores em 35 % e aumentar os supersalarios nos outros poderes nao causam impactos financerios para o governo, porque ele nao é homem o suficiente para responder essas perguntas? eu sou lageano de verdade e trabalho como act, foi meu primeiro e ultimo ano como act do estado, eu fico preocupado porque muitos professores estao seguindo este mesmo caminho e nao com o tempo nao terá mais professores no estado se o governo atual e os proximos nao se mexerem.

    obrigado Sr MOACIR
    *
    aderbal diz: 22 de dezembro de 2011

    para desmascarar* (digitei rapido)
    *
    paulo souza diz: 22 de dezembro de 2011

    O Sinte é o único que acredita em Papai Noel, Coelhinho da Páscoa e no
    Raimundo Malvadeza Colombo.
    Hora, esse senhor que é o DESgoverno, é o DESCRÉDITO em pessoa
    fala um coisa e depois faz outra.
    O que mais lamentamos é que formaram um grupo de estudos, e não
    chegaram a lugar algúm. Agora, somos reféns de Diretores que aterrorizam,
    de NORMATIVAS que se contradizem e não temos a quem recorrer.
    Proponho que este senhor mude de nome, que mude para: Raimundo Malvadeza Pinóquio Colombo, quem sabe ele ganhe uma vaga para estrelar o novo filme que está para ser lançado \”O Mentiroso ll\”, estrelado por \”Raimundo Malvadeza Pinóquio Colombo\”.
    *
    Lilian Cordova diz: 22 de dezembro de 2011

    Vocês estão surpresos???? Eu não.
    A única coisa que o excelentíssimo senhor desgovernador faz é NÃO cumprir promessas. Dele, se tem algo que não me surpreende é isso. Quando retornamos em julho já era visível que esse grupo de estudo, essas reuniões e esses acordos eram armações grosseiras, onde está o resultado? Em 2012 teremos eleições e muitas outras promessas para a educação, temos que nos manter inrformados e principalmente não podemos esquecer dos #inimigosdaeducaçãoSC…
    *
    gualberto cesar dos santos diz: 22 de dezembro de 2011

    Direto do Ibis Hotel (Estacion Central) Santiago Chile. Digo que Colombo começa no segundo dia da chegada do verão, imprimindo a sua marca de Governo. Revestiu-se de todas as armaduras e amortecedores anti-impacto. E vai seguir de bem consigo e com o povo de Santa Catarina. Ele tem uma base parlamentar de sustentação das melhores em todos os tempos e sabe lidar bem para dentro e para fora do Governo. Não estou sendo pago para postar isso. Faço isto porque não sou sectario como tantos de oposição e sou de oposição, e sinto que certas figuras historicas de oposição, que agem com o sectarismo, contumas, impedem pelo discurso introvexo, que se chegue a Prefeitura da Capital. Especialmente quando se fazem de democraticos, não agindo como tal. Seguem para as eleições, como promitentes derrotados. Sempre com os mesmos discursos de sempre, que chegam desintonizados na comunicação com o eleitorado da Capital. Porque estão mais voltados para pratica de discursos sem inovação, de setores internos que não querem abrir o leque de possibilidades, para o partido sair vitorioso no pleito de 2012.
    *
    Cristina diz: 22 de dezembro de 2011

    \”Sinte lamenta a fala de Colombo\”.
    Lamentável foi o Sinte/SC acreditar que Colombo foi \”diferente\” porque até hoje mantém o \”canal de negociação aberto\”.
    Lamentável foi o Sinte propagar \”avanços\”. Perdemos a batalha, pela incompetência do Sinte que se deixou manipular pelo engodo do governador e sua \”equipe paritária\”.
    Agora não adianta dizer que nada do que foi acordado será cumprido! Não adianta lamentar!
    Quem pode acreditar que 90% do magistério catarinense fizeram uma greve de 62 dias para não receber nada do que foi acordado entre governo e sindicato.
    Lamentável é o quadro psicológico de professores ameaçados de descontos por não terem cumprido a reposição das aulas por se encontrarem afastados por problemas de saúde; lamentável é a situação dos ACTs dispensados dia 20 e terem que ficar na escola sem direitos até 30 de dezembro; lamentável é ter mestrado e não poder progredir; lamentável é receber orientações da SED exigindo o calendário até 6 de janeiro mesmo sem ter alunos…
    O que mais é lamentável, professores? Quem poderá defender os Professores? O Sinte?
    Enquanto o grupo de estudos se reunia, o governo “avançava” na municipalização das escolas, removendo professores; desmoralizando os ACTs. Avançaram na nossa regência, nas aulas excedentes. E horas-atividade? Quantos \”avanços\”!
    Avançaram no pouco que tínhamos, avançaram na esperança de valorização… O que sobrou dos professores, Sinte?
    Professora Cristina Sutil-Lages
    *
    Chê Guevara diz: 22 de dezembro de 2011

    Peçam para a heroína dos vencidos, Marta Vanelli, tratar com o Governador.
    Está a todo momento dizendo que fez isso e aquilo e nada acontece.
    *
    Melania diz: 22 de dezembro de 2011

    Bom tarde!!!
    Infelizmente, esta realidade era de se esperar de um governo que não cumpre leis e agora além de tudo fala à sociedade como que a educação estivesse muito bem, obrigado. Com toda a demonstração dada na época da greve, não foi suficiente para o mesmo ver o poder que a categoria tem. Então enganou-nos, senhor governandor…com palavras de acordo só para voltarmos ao trabalho???? Mas a educação não se faz somente de um ano letivo, faz-se a todo momento, porque muitos estão acostumados a ser governados, são pessoas de pouca instrução, aceitam as belas palavras/promessas de época de campanha, e pior de tudo, acreditam nestas pessoas, mas a nossa categoria é a formadora de conhecimento, o qual usufruem a todo momento, acredito este conhecimento não aconteceu do nada na vida destes, mas sim, por intermédio de um professor, porque será que os políticos odeiam tanto a nossa categoria???? Como professora, só posso acreditar que foram aqueles tipos de alunos que queriam tudo facilmente em suas mãos sem muito esforço e que não conseguiram êxito com seus competentes professores…da época. Às vezes, pergunto-me: não existe lei para governos intransigentes, que pensa que pode tudo…não respeita ninguém, nem leis superiores???? É lamentavem que em pleno século XXI ainda tenhamos ditadores, pessoas estas que não evoluiram no tempo…E o mais inadimissível é que, somos governados por uma pessoa que não se compara ao conhecimento da maioria dos professores com graduação,especialização, mestrado, doutorado… Só espero que o SINTE, com toda a documentação que tem em mãos procure outras estâncias e faça valer nossos direitos e ponha abaixo todo esse autoritarismo deste governo. Mas 2012, está aí, ou cumpre o acordado para o término da greve passada ou o próximo ano letivo já começa comprometido. Sou contra a GREVE, mas se esta for a solução, novamente vamos nós… GREVE, até este governo nos pagar o que nos é de direito e o que nos deve. GREVE…GREVE…GREVE…GREVE…
    Abraços a todos os professores de Santa Catarina, estendido a você, Moacir.
    Um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo e que Deus sempre nos proteja.
    *
    Carlos Henrique diz: 22 de dezembro de 2011

    É nisso que dá acrditar em promessa de político. Fez cara de bonzinho e assumiu vários compromissos para desmobilizar uma greve com ampla adesão. Agora, na hora do vamos ver, volta atrás, contando com o desgaste do magistério e com a cumplicidade da imprensa.
    *
    renata diz: 22 de dezembro de 2011

    Não é so o SINTE que lamenta a fala, as atitudes, a falta de palavra e descompromisso de Colombo e toda sua corja… acredito que não só o magistério catarinense mas todas as categorias lamentam o descaso do governo e terminam 2011 da mesma maneira que iniciamos desacreditados,INDIGNADOS,CANSADOS!!!
    valeu moacir pelo espaço neste blog durante toda luta de 2011, um FELIZ NATAL!!!
    e colegas força para 2012…..
    *
    Hener painelli diz: 22 de dezembro de 2011

    E lamentável a posição do governador, uma pessoa que depois de eleito não honra o partido que o elegeu, nos esperávamos oque dele??????????
    *
    Marcio diz: 22 de dezembro de 2011

    A executiva do Sinte se diz surpresa com as afirmações do governador!!! Como se isso já era de se esperar!? Ingenuidade ou tirando parte de sua culpa no processo de deterioração da categoria, a atual executiva do Sinte vai perdendo a legitimidade na representação do magistério catarinense. O magistério terá que construir outra força, porque a que aí está não tem mais respaldo de seus próprios associados.
    *
    Marquinho diz: 22 de dezembro de 2011

    Greve!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    *
    Rudinei Valerius diz: 22 de dezembro de 2011

    Tem algumas coisas que não se enxerga a olho nu , só com muita sensibilidade ou apanhar muito .Eu acho que no caso dos professores ainda não aprenderam com a máfia institucionalizada que começou com Luiz Henrique com a tríplice aliança em SC, e que tem continuidade ,inclusive votado, já em primeiro turno, com o senhor Raimundo Colombo.Usam o dinheiro público só para certos grupos, seus cabides eleitorais, o cidadão comum e os serviços essenciais como educação , saúde , segurança estão correndo sérios riscos em SC.
    *
    JULIO CESAR diz: 22 de dezembro de 2011

    que o SINTE pare de se lamentar ……pare de negociar…….e comece a agir……
    afinal ja deu pra ver que nao tem negociação com este SENHOR……
    *
    Andresa acf diz: 22 de dezembro de 2011

    Lamenta? Não deveria. Se tem alguém que foi coerente com o seu histórico foi este \”senhor\”, ou o Sinte realmente esperava algo diferente?
    Desde o início da greve a fala e principalmente a ATITUDE deste irresponsável não deram margem para o erro. Ou será que apresentar aquela primeira tabela com o valor medíocre do piso desconsiderando graduação e tempo de trabalho, ou a diminuição de nossa regência, de nossas aulas excedentes, a busca pela ilegalidade da greve, a retenção de salários, a propaganda baixa que objetivou jogar a comunidade contra os professores, a municipalização que deixa profissionais sem turmas, a normativa sem pé nem cabeça empurrada goela a baixo , o calendário de reposição desconexo que também tenta sujar a imagem do professor diante da sociedade, as escolas sendo fechadas, ou tratamento vil dado aos ACTs que participaram da greve… eram realmente sinais de AVANÇO?? Isto tudo não aconteceu ontem. Vem se desenhando desde que este governo assumiu. Aí eu pergunto: exatamente onde e quando este \”senhor\” demonstrou respeito com a categoria?
    E não adianta o Sinte dizer que o sindicato somos todos nós, porque os professores argumentaram, protestaram, imploraram mas a executiva não quis ouvir. E na hora de sentar para negociar são vocês (executiva) que estão lá. É era responsabilidade de vocês fazer uma leitura do cenário sombrio que se apresentava para o magistério. Agora… não adianta nada LAMENTAR.
    Mais uma vez são só palavras ao vento…

    Professora Andresa Cordova/Regional de Lages
    *
    carlos diz: 22 de dezembro de 2011

    QUE VERGONHA O SINTE SÓ LAMENTA A FALA DO GOVERNADOR…..SÓ ISSO ? O QUE O GRUPO FEZ ATÉ AGORA EU TBEM LAMENTO E MUITO……QUE VERGONHA O SINTE LAMENTA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!E NÃO FAZ O QUE TEM QUE FAZER….A CATEGORIA LAMENTA E MUITO ESTA ATUAL DIRETORIA QUE TÁ ACABANDO COM NOSSO SINDICATO…
    *
    leda diz: 22 de dezembro de 2011

    O SINTE tem que fazer o que lhe compete e nos representar de fato. Acione o jurídico para fazer valer a LEI e chega de grupo de estudo, pois tudo isto é balela.
    *
    Elin Ceryno diz: 22 de dezembro de 2011

    Lamentável a posição do governo do estado em relação ao piso e a hora atividade. Mas se o governo do PT, aqui ao lado, no RS não paga, por que ele iria pagar? Agora ele é base do Governo Dilma, terá respaldo. Parte da diretoria do SINTE vai continuar achando que fez muito bem ficar até o fim sentada na cadeira \”brincando\” de comissão paritária, e a \”oposição\” na AL fazendo-se indignada, quando na verdade estão TODOS em comum acordo. O que importa é a governabilidade, é a lei de responsabilidade fiscal e as comissoes de faz de conta, agora a do FUNDEB, que a profa Ana Julia e prof Sandro estão sentados sem saber do que se trata.
    *
    Mileidi Heiderscheidt diz: 22 de dezembro de 2011

    Pergunto, agora, a alguns dos professores que estavam em Lages e que diziam que a culpa das negociações não AVANÇAREM era do pessoal de Florianópolis, que QUERIA GANHAR TUDO NO GRITO…

    …ENTENDEM AGORA POR QUE GRITAMOS TANTO???? OU AINDA ACREDITAM EM PAPAI NOEL???

    Já cheiramos a podridão que estava por trás da desmobilização da categoria…promovida por quem deveria nos apoiar…mas…muitos ingênuos não perceberam todo o jogo…

    Perfeita a sua análise, Márcio!

    Digo mais: AO HUMILHAR OS PILARES DA SOCIEDADE – SAÚDE, EDUCAÇÃO E SEGURANÇA – NOSSOS DESGOVERNANTES ESTÃO MOSTRANDO ÀS CRIANÇAS CATARINENSES QUE OS MOCINHOS SÓ APANHAM…E QUE OS BANDIDOS (aqueles que não seguem a lei) É QUE ACABAM VIVENDO BEM!!!

    Inconcebível essa hipocrisia de dizer que o Estado vai quebrar!!!
    *
    Lu diz: 22 de dezembro de 2011

    Só queria agradecer a VOCÊ Moacir, por ainda nos honrar com o espaço e com as devidas notícias, que infelizmente, não nos chegam pelo blog do SINTE e menos ainda por diretores de escola.
    Sou grata aos seus serviços.
    Feliz Natal!
    *
    Braz dos Santos diz: 22 de dezembro de 2011

    Só a diretoria do Sinte está surpresa com a entrevista do desgoverno. A experiência que tivemos durante a greve, em que ele fez o que bem entendeu, sem dar a mínima para o Sinte já teria sido o suf ciente para entrar com medidas judiciais. O problema do piso dos professores somente será resolvido por via judicial, porque esperar pelos gestores públicos é uma quimera. Vão em frente diretores do Sinte. Continuem acreditando na história da Carochinha.
    *
    Braz dos Santos diz: 22 de dezembro de 2011

    Piso do magistério em janeiro será de R$ 1.450,00. Duvida? Acesse este link:
    http://blogdoeulerconrado.blogspot.com/2011/05/piso-do-magisterio-do-mec-em-2012-sera.html
    *
    Selma Silveira diz: 22 de dezembro de 2011

    A hora que os professores souberem que vão ficar também sem plano de saúde a partir de 31 de janeiro de 2012…a jipioca vai piar…
    *
    Ricardo diz: 23 de dezembro de 2011

    Realmente lamentavel essa atitude do governador. Nas nao tem problema Colombo, outubro está chegando, ou melhor 2012 ja começa com greve da Policia Civil e Educação….Esse ano promete……
    Professores ja façam emprestimo agora pq depois ele corta como fez na greve passada.
    *
    Éverton Almeida diz: 23 de dezembro de 2011

    Andresa acf fez um resumo bem interessante para a executiva do sinte. Tomara que eles leiam!

    Pois o governador que é amigo, tem coração esqueceu de ler o texto da lei do piso, especificamente o artigo quarto:

    Art. 4o A União deverá complementar, na forma e no limite do disposto no inciso VI do caput do art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias e em regulamento, a integralização de que trata o art. 3o desta Lei, nos casos em que o ente federativo, a partir da consideração dos recursos constitucionalmente vinculados à educação, não tenha disponibilidade orçamentária para cumprir o valor fixado.
    § 1o O ente federativo deverá justificar sua necessidade e incapacidade, enviando ao Ministério da Educação solicitação fundamentada, acompanhada de planilha de custos comprovando a necessidade da complementação de que trata o caput deste artigo.
    § 2o A União será responsável por cooperar tecnicamente com o ente federativo que não conseguir assegurar o pagamento do piso, de forma a assessorá-lo no planejamento e aperfeiçoamento da aplicação de seus recursos.

    Ou demonstra a sua falsidade ou a sua ignorância. 25% da arrecadação (16bi) + fundeb é pouco para manter a educação do estado?
    Cumprir as leis da educação não é com o governo do estado mesmo.
    O que vai quebrar as prefeituras é essa política de municipalização!
    *
    Profª Sofia diz: 23 de dezembro de 2011

    QUEM LAMENTA MESMO SOMOS NÓS PROFESSORES, A BASE DESTE SINDICATO, LAMENTAMOS A FALTA DE COMPROMISSO E A FALTA DE AÇÃO DESTE SINDICATO,QUE AO INVÉS DE AGIR FICA TROCANDO FIGURINHAS COM O GOVERNO. É NISSO QUE DÁ POR GENTE DO OESTE NA COORDENAÇÃO.A TAL ALVETE NÃO É CAPAZ DE COORDENAR NENHUMA REUNIÃO, IMAGINEM UM SINDICATO ONDE AS DIVERGÊNCIAS POLÍTICAS IMPERAM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    *
    Vera diz: 23 de dezembro de 2011

    Quisera que a maioria dos servidores de SC tivessem um Natal gordo que nem colombo e seus parceiros escolhidos a dedo!
    Assim fica a preocupação de ficar sem plano de saude!
    Os professores sem reajuste do merecido piso nacional!
    Ah meu Deus, quando a justiça vai prevalecer neste Estado!!!!
    Também pergunto: onde estão os Deputados neste momento?????
    só aparecem depois para pedir votos!
    Quem nós salvará das garras do inimigo???? Ninguem???
    *
    Itamar Correa diz: 23 de dezembro de 2011

    Nós esperavamos boas noticias para esse natal , mas o nosso excentíssimo governador resolveu nos dar um presente de grego. Se o estado não tem verbas para arcar com o reajuste federal, por que não recorre a Brasília?..Dinheiro tem sr. Governador, mas vc precisa agradar seus parceiros políticos , não é mesmo! Vc terá o troco nas eleições, aguarde. Em 2012 o mundo vai acabar, começando pela educação!
    …”MMPC”….NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA/cORRUPTORA!!!

  33. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…………………#
    … Pi Li Mor diz: 21 de dezembro de 2011

    Não poderia expressar melhor o sentimento dos Policiais Civis. Desrespeito, humilhação, desvalorização. Tenho 15 anos de instituição, duas faculdades e uma pós-gradução, cursando outra pós-graduação (a maioria dos policiais civis têm esse nível), e somos comparados a frentistas de postos de gasolina e atendentes de supermercado (não desmerecendo a profissões citadas), mas fizemos um concurso público, fizemos uma academia de quatro meses, corremos risco de vida, atendemos só problemas; e somos tratados pelo Governo do Estado, dessa forma. Só em minha região policial, perdemos quatro policiais para o Judiciário (todos escrivães de polícia). Mas como ficar numa instituição que paga R$ 120,00 (cento e vinte reais) de auxílio-alimentação, enquanto a outra (Poder Judiciário) paga R$ 896,00 (oitocentos e noventa e seis reais). E que dizer do TCE que já incorporou um auxílio-alimentação de R$ 1.000,00 (um mil reais) e agora recebeu mais R$ 1.000,00 (mil reais). Por que tanta disparidade em um mesmo Estado???. Estou estudando para fazer outros Concursos Públicos. Não vale mais a pena.. Gosto de minha Profissão, mas tenho família para sustentar, e preciso dar uma vida melhor para minhas filhas…
    …”MMPC”….NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA/cORRUPTORA!!!

  34. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…….FORA cORJA!!!#

    …………..salario diferente…………..
    #
    Autor desconhecido diz: 21 de dezembro de 2011

    …….QUANDO DEUS CRIOU O POLICIAL…….
    …Deus estava no sexto dia de horas extraordinárias, quando aparece um Anjo e lhe diz:
    – Estás levando muito tempo nesta criação Senhor!!!…O que tem de tão especial este homem???…
    Deus respondeu:
    – Tu já viste o que me pedem neste modelo???…
    – Um policial tem que correr 10 km por ruas escuras, subir paredes, pular muros, entrar em matagais, entrar em casas que nem um fiscal de saúde pública ousa penetrar, e tudo isso, sem sujar, manchar ou rasgar o seu uniforme…- Tem que estar sempre em boa forma física, quando nem sequer lhe dão tempo para
    comer…
    – Tem que investigar um homicídio, buscar provas nessa mesma noite e, no outro
    dia, ir até o tribunal prestar depoimento…
    – Também tem que possuir quatro braços, para poder dirigir sua viatura, atirar
    contra criminosos e ainda chamar reforço pelo rádio…

    O anjo olha para Deus e diz:
    – Quatro braços???…Impossível!!!…

    Deus responde:
    – Não são os quatro braços que me dão problemas e sim os três pares de olhos
    de que necessita…
    – Isto também lhe pedem neste modelo???… pergunta o Anjo…

    – Sim, necessita de um par com raio-x, para saber o que os criminosos escondem
    em seus corpos. Necessita de um par ao lado da cabeça para que possa cuidar de
    seu companheiro e outro para conseguir olhar uma vítima que esteja sangrando e
    ter discernimento necessário para dizer que tudo lhe sairá bem, quando sabe que
    isto não corresponde à verdade…

    Neste momento, o Anjo diz:
    – Descansa e poderás trabalhar amanhã…

    – Não posso, responde Deus!!!…

    – Eu fiz um policial que é capaz de acalmar ou dominar um drogado de 130 quilos sem nenhum incidente e, ao mesmo tempo, manter uma família de cinco pessoas com seu pequeno salário. Ele estará sempre pronto para morrer em serviço, com sua arma em punho e com sentimento de honra correndo junto ao sangue…

    Espantado o Anjo pergunta a Deus:

    – Mas Senhor, não é muita coisa para colocar em um só modelo???…

    Deus rapidamente responde:

    – Não. Não irei só acrescentar coisas, mas também irei tirar. Irei tirar seu
    orgulho, pois infelizmente para ser reconhecido e homenageado ele terá que
    estar morto. Ele também não irá precisar de compaixão, pois ao sair do velório
    de seu companheiro, ele terá que voltar ao serviço e cumprir sua missão
    normalmente…

    – Então ele será uma pessoa fria e cruel???… pergunta o Anjo…

    – Certo que não!!!…Responde Deus.

    – Ao chegar em casa, deverá esquecer que ficou de frente com a morte, e dar um
    abraço carinhoso em seus filhos dizendo que está tudo bem.

    – Terá que esquecer os tiros disparados contra seu corpo, ao dar um beijo apaixonado em sua esposa. Terá que esquecer as ameaças sofridas, ao ficar desesperado quando o salário não der para pagar as contas no final do mês e terá que ter muita, mas muita coragem para, no dia seguinte, acordar e retornar ao trabalho, sem saber se irá voltar para casa novamente…

    O anjo olha para o modelo e pergunta:

    – Além de tudo isso, ele poderá pensar???…

    – Claro que sim!!!…responde Deus.

    – Poderá investigar, buscar e prender um criminoso em menos tempo que cinco
    juízes levam discutindo a legalidade dessa prisão!!!…

    – Poderá suportar as cenas de crimes, as portas do inferno, consolar a família
    de uma vítima de homicídio e, no outro dia, ler nos periódicos que os policiais
    são insensíveis aos Direitos dos Criminosos!!!…

    Por fim, o Anjo olha o modelo, lhe passa os dedos pelas pálpebras, e fala para
    Deus:

    – Tem uma cicatriz, e sai água. Eu te disse que estavas pondo muito nesse
    modelo!!!…

    – Não é água, são lágrimas!!!…responde Deus…

    – E por que lágrimas???…perguntou o Anjo.

    Deus responde:

    – Por todas as emoções que carrega dentro de si!!!…
    – Por um companheiro caído!!!…
    – Por um pedaço de pano chamado bandeira!!!…
    – E por um sentimento chamado justiça!!!…

    – És um gênio!!!…Responde-lhe o Anjo.

    Deus o olha, todo sério, e diz:

    – Não fui eu quem lhe pus lágrimas!!!…

    – Ele chora, porque é simplesmente um homem!!!…

    ***Dedicado a você, meu colega, e todos os guerreiros anônimos, que deixam suas casas, famílias,
    amigos e sonhos, encarando a morte no combate à criminalidade, garantindo assim a ordem pública e zelando pela nossa segurança, mesmo que isso custe suas próprias vidas!***
    Autor: desconhecido
    …”MMPC” NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA/cORRUPTORA!!!

  35. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…….FORA cORJA!!!………………………………… …….LEITURA GALERA…”ÚNICA POLÍCIA PÚBLICA”…UPP …\”(…) Assim, são Agentes da Autoridade Policial Judiciária, que é o Delegado de Polícia, toda a Polícia Militar, desde seu Comandante Geral até o mais Novo Praça e todo o segmento da Organização Polícia Civil…(Servidores Públicos)…., bem assim o I.M.L., I.P.T etc… e nenhuma dessas categorias podendo influenciar os atos da autoridade policial, enquanto (“atos de polícia judiciária”) sujeitos a avaliação jurídico-subjetiva. (…)
    Ante o exposto e não havendo (“in casu”), ilícito algum de interesse desta Corregedoria, arquivem-se os autos, dando-se ciência desta decisão ao Sr. Tenente Coronel PM Miguel Pinheiro, dinâmico Comandante do 37º B.P.M.I. do Rio Claro e ao Dr. Joaquim Alves Dias, competente Delegado Seccional de Polícia de Rio Claro.

    Rio Claro, 14/01/2003″

    “Dr. Julio Osmany Barbin”…………………….. …”MMPC”….NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA/cORRUPTORA!!!

  36. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…….FORA cORJA!!!#
    …….San Cons diz: 21 de dezembro de 2011

    É DESgovernadô calombo esse com certeza será meu inesquecível presente de Natal de 2011!!! Depois de meus direitos roubados na… Greve dos Professores…. esse seu presente também ficará na história. Ah, queria saber se o Sr. conhece …”a Lei do Retorno”….??? Porque essa sim, sempre existiu e ninguém consegue mudá-la. É só aguardar.
    …”MMPC” NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA/cORRUPTORA!!!

  37. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA!!!…………………..#
    …….Led diz: 21 de dezembro de 2011

    Sr. diretor da Secretaria da Administração, Luiz Antônio Dacol
    Estou extremamente sensibilizada com a generosidade do aumento concedido no vale alimentação em 100%, a se concretizar em maio do próximo ano. Agora desafio o senhor a publicar neste blog, detalhadamente, o valor do vale alimentação da Udesc, Alesc, MP, TJ e outros, com o respectivo impacto na folha de cada categoria.
    É a oportunidade do grupo gestor mostrar transparência e equidade em sua administração.
    …”MMPC” NA LUTA!!!……………………… ………………..ESTADO DE GREEEEEEEEEEEEEEVEE!!!

  38. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…….FORA cORJA!!!#
    …….Mar anil diz: 21 de dezembro de 2011

    O “DESgovernadô” esqueceu que ele votou favorável a lei do Piso quando foi “senador” e agora como DESgovernado diz que vai quebrar Estados e Municípios com o aumento de 22%. Eu não li nenhum pronunciamento “deLLe” dizendo que o estado iria quebrar quando foi aprovado o aumento de 200% do vale alimentação para os funcionários do TCE e outros \”presentinhos\” de papai noel para alguns “servidores” estaduais. E mais, dizer que “Eleição Direta” para diretores partidariza a Educação isto sim é um absurdo, pois é EXAtamente o CONTRÁrio, sem Eleição pela Comunidade Escolar a Educação é “partidarizada”, ou ele não sabe ainda, depois de um ano como “DESgovernado” como os diretores das ESCOLAS são indicados (TUDO PAU MANDADO DA cORJA)??? São todos afilhados de secretários e deputados, filiados a partidos políticos do DESgovernadô e da base aliada(tripa-ali bá bá), isso não é partidarizar?. Querer adotar meritocracia para os Professores e Escolas como forma de melhorar a Educação é muito mais absurdo, em todos os países que esta politica foi adotada não resolveu o problema educacional, inclusive nos …….(EUA)Estados Unidos(USA)……., onde extinguiram esta política. …Os Professores(as) foram Aprovados em Concurso Público, passaram por 3 anos de estágio probatório, isso é o suficiente para analisar se está apto ou não para exercer a Profissão. A política de meritocracia(USA) é para culpabilizar os Professores(as) do fracasso escolar e tirar a responsabilidade dos DESgovernos que nunca, REPITO, nunca tiveram coragem de Investir de Fato na Educação. ELLe que tanto viaja pelo mundo poderia trazer para SC algumas Políticas que deram certo e que melhoraram a Educação e não as fracassadas(PORQUE, PARA QUE E A MANDO DE QUEM). São três declarações absurdas do DESgovernadô. Lamentável. …”UMA LÁSTIMA,PACIÊNCIA E PERSISTÊNCIA!!!”
    …”MMPC”….Movimento do Magistério Público Catarinense na LUTA CONTRA a corja corrupta/corruptora!!!

  39. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…….FORA cORJA!!!#
    …….Ricardo diz: 21 de dezembro de 2011

    Professores que votaram nele tem o governo que merece.Não há mais nada a dizer quando a ignorância toma conta. O sentimento bestial que este senhor tem pela educação não há o que pensar: os interesses partidários da tríplice aliança destruíram as possibilidades de qualquer diálogo. E tudo isso começou com LHS/Pavan e Bauer na Educação. Se são essas as respostas que ele dá ensaquem a viola ou impeachment imediatamente. E neste governo já temos dois assassinatos, um em Chapecó e esse agora em Dionísio Cerqueira. Cuidemos, pesemos, ponderemos os Secretários regionais, dos órgãos centrais, os diretores e gerentes agem como donos da verdade. Impeachment já ou saberemos o que é barbárie legalizada, pois nenhum outro poder está exercendo sua autonomia para questioná-lo. Cuidemos…
    …”MMPC” NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA/cORRUPTORA!!!

  40. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…………………#
    …………..Wal.mor diz: 13 de dezembro de 2011

    Se como diz a Ministra Eliana Calmon, todos os membros do judiciário sãom obrigados por Lei a entregar ao CNJ cópia da declaração de bens, então não exidte quebra de sigilo fiscal. Conforme suas decloarações na imprensa, grande parte dos desembargadores do estado de São Paulo não entregaram ainda a declaração do imposto de renda, prevista em Lei. O que dá para concluir é que toda essa onda contra a Corregedora do CNJ e acabar com osm poderes de fiscalização do próprio CNJ, que foi criado por emenda constitucional. A verdade é que ninguém quer ser fiscalizado, só se esquecem de um detalhe, todos os recursos usados pelos poderes da República, são oriundos dos impostos que todos nós contribuintes pagamos diariamente, e que são muitos, portanto esses recursos devem teer a sua aplicação fiscalizada. Quanto ao pagamento de auxilio moradia com efeito retroativo a década de 90, pois somente os parlamentares recebiam, curioso dessa história, é porque esse benefício foi estendido ao judiciário, mas com efeito retroativo. Por que o beneficio não começou a ser pago da data que foi estendida a eles, pois na data da sua criação o Judiciário não era beneficiário desse pagamento. Será que foi observado o prazo de cinco anos para pagamento de desses direitos retroativos? Pois os valores pagos divulgados na imprensa chegam a um milhão de reais por beneficiário, no caso de São Paulo. Para se chegar a um valor desses tem que inclcuir muitos anos do beneficio pago, pois pelo que sabemos o auxilio moradia deve girar em torno de 3.000,00 mensais, é uma continha fácil de fazer. Só falta agora punirem a Drª Eliana Calmon por querer fiscalizar e punir possíveis desvios de conduta na gestão dos recursos públicos por parte de alguns Tribunais de Justiça Estaduais. Se exige tanta transparência do poder Executivo e do Legislativo, porque o poder Judiciário também não tem que ter transparência na aplicação dos recursos públicos, que tem a mesma origem de todos os recursos públicos, que são os impostos pagos por todos os contribuintes brasileiros.
    #
    …………..Wal.mor diz: 13 de dezembro de 2011

    CORREÇÃO:
    Se como diz a Ministra Eliana Calmon, todos os membros do judiciário são obrigados por Lei a entregar ao CNJ cópia da declaração do Imposto de Renda, então não exidte quebra de sigilo fiscal. Conforme suas declarações na imprensa, grande parte dos desembargadores do Estado de São Paulo não entregaram ainda a declaração do imposto de renda, prevista em Lei. O que dá para concluir é que toda essa onda contra a Corregedora do CNJ, é acabar com os poderes de fiscalização do próprio CNJ, que foi criado por Emenda Constitucional. A verdade é que ninguém quer ser fiscalizado, só se esquecem de um detalhe, todos os recursos usados pelos poderes da República, são oriundos dos impostos que todos nós contribuintes pagamos diariamente, e que são muitos, portanto esses recursos devem ter a sua aplicação fiscalizada. Quanto ao pagamento de auxilio moradia com efeito retroativo a década de 90, pois somente os parlamentares recebiam nessa época. Curioso dessa história, é porque esse benefício foi estendido ao judiciário com efeito retroativo. Por que o beneficio não começou a ser pago da data que foi estendida a eles, pois na data da sua criação o Judiciário não era beneficiário desse pagamento. Será que foi observado o prazo de cinco anos para pagamento de desses direitos retroativos? Pois os valores pagos divulgados na imprensa chegam a um milhão de reais por beneficiário, no caso de São Paulo. Para se chegar a um valor desses tem que inclcuir muitos anos do beneficio pago, pois pelo que sabemos o auxilio moradia deve girar em torno de 3.000,00 mensais, é uma continha fácil de fazer. Só falta agora punirem a Drª Eliana Calmon por querer fiscalizar e punir possíveis desvios de conduta na gestão dos recursos públicos por parte de alguns Tribunais de Justiça Estaduais. Se exige tanta transparência do poder Executivo e do Legislativo, porque o poder Judiciário também não tem que ter transparência na aplicação dos recursos públicos, que tem a mesma origem de todos os recursos públicos, que são os impostos pagos por todos os contribuintes brasileiros.
    …”MMPC”….Movimento do Magistério Público Catarinense na LUTA CONTRA a corja corrupta/corruptora!!!

  41. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…………………

    * opinião |
    * Entrevistas

    Os escritores moçambicanos Ungulani Ba Ka Khosa e Calane da Silva falam sobre os desafios da literatura africana

    14/12/2011

    Thalles Gomes

    de Marechal Deodoro (AL)

    Cordéis pendurados na área da Feira Literária de Marechal Deodoro (AL)

    Foto: Thalles Gomes

    “Nós viemos de um continente onde se falam mais de mil línguas. Só no nosso país, temos 23 línguas. Cada uma dessas línguas vincula e mostra uma realidade cultural diferente. A pergunta que vocês vão fazer é: como vocês tratam esse manancial todo?” É assim que o escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa inicia sua intervenção sobre os rumos da Literatura Africana durante a 2ª Flimar [Feira Literária de Marechal Deodoro], ocorrida entre os dias 7 a 11 de setembro.

    Sentado ao seu lado, o também moçambicano Calane da Silva completa o quadro: “Fala-se que nós, em África, somos antagônicos, conflituosos. É mentira. As fronteiras dos estados, e nós somos dezenas de países diferentes, foram demarcadas pelas potências coloniais. Isto quer dizer que, em Moçambique, por exemplo, povos e etnias foram divididos ao meio. E nós temos de construir nações a partir de territórios divididos. Esta é a prova fundamental da luta política e cultural: aceitar as diferenças e construir uma única nação.”

    Em entrevista ao Brasil de Fato, os escritores moçambicanos abordam os principais desafios da literatura africana hoje.

    Brasil de Fato – É possível falar em uma literatura africana, com uma diversidade linguística, étnica e cultural tão grande?

    Calane da Silva – Nós podemos, partindo do ponto de vista geográfico, falar de uma literatura asiática, europeia, norte-americana. É uma maneira de encaixar as coisas e depende de como nós, teóricos, gostamos de compartimentar. Mas, na verdade, só existe uma única literatura, que é a literatura humana, escrita pelos homens. Nós podemos compartimentar, generalizar, mas isso às vezes é prejudicial, porque metemos todos no mesmo saco. Há singularidades, há diversidades. No entanto, é bom que a gente mantenha um pouco esse sabor local, porque a globalização está a fazer o contrário, está a vir lá de cima o original. Então eu prefiro que nós falemos de uma literatura universal, e dentro da literatura universal nós localizemos as literaturas que se fazem em diversos países do mundo.

    E como se localiza a literatura moçambicana neste quadro?

    Calane da Silva – A nossa literatura é fruto da oratura. É uma literatura de caráter oral, onde também temos contos, temos poesia, temos os adivinhos, temos os dramas, os teatros, mas tudo em nível oral. Porque era uma sociedade de iliteracia. Quem trouxe os alfabetos para África, em específico Moçambique, foram os árabes, mais tarde apareceram os portugueses. Isso para dizer que Moçambique tem a matriz cultural banto, que é a maioria, e tem aportes culturais da Pérsia, da índia, da Arábia e da própria China. Então a nossa literatura é riquíssima. A literatura moçambicana é fruto dessa herança tradicional oral, mas também surge em contraponto contra uma literatura colonial, que foi de caráter exótico até os anos de 1930, de caráter doutrinário até os anos de 1960 e, até 1975, antes da independência, foi de caráter urbano, onde os protagonistas principais eram sempre o branco, o português, o colono. Nossa literatura é riquíssima porque temos aqui, por exemplo, o Ko Sa, de origem banto, o Mia Couto, de origem portuguesa, um Calane mestiço e depois aparece um [Suleiman] Cassamo, negro e islâmico. Nossa literatura é riquíssima porque engloba a realidade específica de nosso país, a diversidade cultural de nosso país.

    Dentro dessa diversidade, qual o papel exercido pela língua portuguesa em Moçambique?

    Ungulani Ba Ka Khosa – A língua portuguesa funciona como um manto aglutinador, essa própria língua também contribui para a existência das outras línguas. Vocês têm 23 línguas, como é que vocês fazem? Aí é que está a língua portuguesa a servir de suporte e a transportar essa diversidade. Por exemplo, quando chegamos aqui e vimos um ônibus, nós dissemos: “epa, está a vir um chimbombo”. E nós temos muitas dessas palavras que transportamos para a língua portuguesa. O importante aqui é que essas línguas não morram, não desapareçam. A língua portuguesa, ela própria, vai ganhando uma certa soberania e autonomia porque vai aglutinar todos esses elementos provenientes do banto. Tudo isso enriquece a língua portuguesa e faz com que nós olhemos a língua e digamos: “epa, isso aqui vem daqui, essa outra palavra dali”.

    Calane da Silva – Outro ponto é a questão da unidade nacional e da diversidade linguística. Será que a diversidade linguística nos pode fazer rachar o país? Qual o papel da língua portuguesa? É um papel aglutinante e unificador, onde todas as etnias através do português podem se comunicar. Mas isto não significa que, por termos escolhido o português como língua ofi cial, desprezemos as línguas locais. Pelo contrário. Em grande parte da zona do interior do país, há uma escolarização na língua materna de origem banto. Quando chega ao secundário, começa a usar português como língua de comunicação, mas já tem sua base na língua materna.

    Isso quer dizer que vocês tomaram o português para vocês e o transformaram numa língua que também é moçambicana?

    Ungulani Ba Ka Khosa – É verdade.

    Calane da Silva – Todas as línguas do mundo vivem de empréstimos. As nossas línguas bantas também foram influenciadas por outras línguas. As línguas são dinâmicas, inventivas. Nascem, crescem e também morrem. Então o português, felizmente, é tão dinâmico, recebe sempre tantos empréstimos que é sempre uma língua em evolução.

    Que influência exerceu o processo de independência moçambicano para o desenvolvimento da literatura no país?

    Calane da Silva – Depois da independência [1975], havia de nossa parte uma utopia de construir um mundo igualitário um mundo mais igual, sem assimetrias. E esse projeto foi, digamos, torpedeado pelo imperialismo da época. Nos bombardearam, nos invadiram e criaram um grupo de desestabilização armado por eles, financiado por eles, que criaram um problema gravíssimo. Os alvos fundamentais deles eram destruir as escolas e os hospitais, ou seja, os alicerces para o novo país que estava a nascer. A guerra civil e de desestabilização, com 1,5 milhões de mortos, atrasou esse processo de integração por dezesseis anos. Nos dias de hoje já temos cinco a sete nomes internacionalizados em nossa cultura. Ela é forte e dinâmica. Deixe-nos respirar. Estamos a ganhar fogo. Não tínhamos no ensino superior nenhum professor doutor. Passados esses trinta anos, já podemos contar com 40 professores doutores, formados em várias universidades do mundo, incluindo Brasil, Portugal, França, Itália, Inglaterra, Espanha, EUA. Não só na área técnica, mas também na área cultural. E isso vai enriquecendo cada vez mais e possibilitando a investigação daquilo que é nosso.

    Como vocês enxergam a relação entre as literaturas africana e brasileira?

    Calane da Silva – O Jorge Amado, para nós dos países africanos de língua portuguesa, foi fundamental no despertar de muitas coisas que estavam lá, em nossa volta, mas não percebíamos. Os Subterrâneos da Liberdade, Capitães de Areia foram fundamentais para que nós despertássemos para o que estava a nossa volta. E quem levou esses livros, que eram proibidos na época colonial pela Polícia Política de Moçambique, foram os marinheiros brasileiros que aportavam no porto de Maputo. Foram pelas mãos desses marinheiros que esses livros chegaram até nós e circulavam, apesar de proibidos. Ferreira Gullar disse certa vez que quando os artistas e intelectuais brasileiros fugiram para o mundo, também trouxeram o mundo para o Brasil. É o que acontece conosco. A luta armada de libertação nacional contra o colonialismo português abriu-nos novos horizontes. Durante a luta armada nós víamos o governo militar brasileiro como nosso inimigo, porque ele apoiava o colonialismo português. Eu fui designado pelo governo moçambicano para vir aqui em 1981 para conhecer o outro Brasil que estava a mudar com a Anistia. Eu entrevistei o Lula ainda como sindicalista metalúrgico em São Paulo, o Chico Buarque, o Jorge Amado, aquela gente toda que estava a despontar para uma nova realidade política, econômica e também cultural. Houve então um certo descongelamento de relações entre Brasil e Moçambique. A guerra de desestabilização atrasou esse processo e só agora esse intercâmbio ganhou força outra vez.

    Ungulani Ba Ka Khosa – Eu acho que há um novo patamar que está a se abrir, porque já está havendo um intercâmbio muito grande. Primeiro, nas universidades. Já há intercâmbio entre as universidades africanas e universidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Pará, Maranhão, Bahia, Pernambuco, Paraná, Alagoas. Eu acho que esse é o primeiro patamar de intercâmbio. O segundo é o próprio mercado livreiro, que é outro ponto, outros interesses econômicos, editoriais, de marketing. Nesse momento, com o novo acordo ortográfico, vai se permitir que a circulação de livros seja maior. Nossa saída para o exterior não terá de passar pelo crivo português. E nem vocês precisarão passar por Portugal para chegar a nós. Isso vai permitir com que nós não tenhamos mais o atravessador. Há um grande desconhecimento entre as literaturas de língua portuguesa. Um desconhecimento completo, costas voltadas. O importante para nós que escrevemos em português é implementarmos um conhecimento mútuo e sem complexos.

    E como está esse diálogo dentro do próprio território africano?

    Ungulani Ba Ka Khosa – A nossa capital, Maputo, está a cerca de 500 km da capital econômica da África do Sul, Johanesburgo. Mas se fores perguntar a nós ou aos sul-africanos se conhecemos a literatura um do outro, não conhecemos nada. Nada. Hoje, na África do Sul, a literatura é vasta e riquíssima, mas não é conhecida. E mesmo assim, aquilo que os sul-africanos exportam da literatura deles é aquilo que os próprios europeus querem conhecer. Vocês aqui na América Latina provavelmente encontram com alguns vizinhos da Argentina ou Paraguai. Talvez com algumas traduções. Mas nós dificilmente conhecemos um escritor do Maláui, da Zâmbia, do Congo, da Tanzânia. E não é só uma barreira de língua. Mesmo entre os de língua inglesa, os zimbabuanos não conhecem o escritor tanzaniano ou queniano. Mas tu vais para Alemanha, és convidado, e encontras lá os escritores africanos. Não há intercâmbio, não nos conhecemos.

    Calane da Silva – É um problema de base sociopolítica e econômica. Nós temos de nos juntar, nós temos de olhar para nós mesmos. A Europa está falida. Estou a falar do ponto de vista ecológico e cultural. Já faliu, já deram tudo. O que é que está acontecendo é a emergência dos antigos países colonizados – a China, a Índia, a África do Sul, o Brasil. Porque nós já temos independência tecnológica. Fabricamos o chip e fabricamos o satélite, feito por nós e enviado por nós. Então é tempo de nós trocarmos as nossas literaturas. Não precisamos deles para nada! É urgente que a América Latina, que a África, que a Ásia se juntem e somem esforços. Que eles não nos traduzam, vamos nós traduzir a nós mesmos. Isso só vai depender de nós. Temos de nos conhecer a nós mesmos. Juntemos esforços e eles que nos engulam!

    Calane da Silva foi jornalista durante 25 anos e participou ativamente do processo de independência do país. É autor de livros de poesia e ensaios literários, além de professor universitário e diretor do Centro Cultural Brasil-Moçambique em Maputo.

    Ungulani Ba Ka Khosa é diretor do Instituto do Livro de Moçambique. Sua obra Ualalapi venceu o Grande Prêmio de Ficção Moçambicana e foi considerada um dos cem melhores romances africanos do século 20.
    …”MMPC” NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA/cORRUPTORA!!!

  42. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!………………..
    …….Uma carta ao secretário da Educação
    26 de dezembro de 2011 …Mestre MÔA….

    A situação do ensino público estadual é avaliada nesta carta ao secretário Marco Tebaldi, assinada por uma professora catarinense:

    “Caro secretário de Educação do Estado de Santa Catarina,
    Senhor Marco Tebaldi,
    acho que a sua equipe errou os endereços dos emails ao enviar para nós, profissionais em educação da base das escolas , este belíssimo cartão de natal.
    Por mais belo que seja , nos vêm como ironia. A comovente mensagem que recorre ao discurso da sua campanha ( cidadania plena/realização de sonhos/construção de uma sociedade melhor/dialogo…) cai por terra , quando comparado com a sua prática e a prática de sua equipe.
    Nós , vivemos dentro das unidades que o senhor quer municipalizar , privatizar ( como privatizou , recentemente ,a escola Lúcia do Livramento Mayvormer ), acabar com a democracia das comunidades ( como aconteceu com a exoneração de uma diretotra eleita) e o pior de tudo precarizar , desvalorizando os profissionais que trabalham nas unidades escolares . Desconsideram ( o senhor e sua equipe) as necessidades de uma comunidade escolar , desconsideram o trabalho feito nessas unidades, desconsideram sequer o que seja trabalho pedagógico. Nos arrancam direitos históricos , nos humilham , nos constrangem , a todos , professores ACTs, efetivos ou aposentados , ATPs ou AEs , inclusive atacam diretores indicados ou eleitos . Entregam as escolas às traças , as baratas, à iniciativa privada, amordaçam diretores de escolas , não permitindo sequer que falem nas reuniões programadas pela SED,impõem projetos absurdos , inconstitucionais ( a forma como foi implantado o ensino de 9 anos e como esta´sendo conduzido om processo de escolha de aulas para 2012 , além das arbitrariedades que interferem na avaliação escolar – determinando , por exemplo, que somente estudantes do 3º e do 7ºano do EF reprovem – os outros aprovam por DECRETO – isto é um ataque à autonomia da politica pedagógica das escolas ).Desconsideram aulas repostas , assediam com CIs , e outras ameaças, deixam as escolas se esvaziarem ( pois não propõem projetos de matriculas , nem de combate a evasão e nem há projetos de combate à violencia escolar) .
    Ordenam que os professores têm que ficar até janeiro, nem que seja olhando para o teto, e o que mais aparecer nas cabeças daqueles que NUNCA pisaram em uma escola pública ( a não ser como visitas ilustres), aliás , diga-se , a grande maioria indicada por um partido político , pois são os cabos eleitorais ( se entendem de educação? pouco importa pois entendem de como colher votos para a próxima eleição, importam -se com os rumos da educação? menos ainda…amanhã poderão estar noutros rumos , pois a educação pública NUNCA será usada pelos familiares desses cidadãos ) São esses que ordenam , mas não são esses os usuários dos serviços públicos…E aqueles que dedicaram metade da vida estudando práticas e teorias pedagógicas, construindo para e junto com a comunidade escolar uma identidade ? Esses? Bem , senhor secretario , talvez a estes, baste um cartão de natal com um punhado de palavras maravilhosas que seriam válidas se não usassemos a prática como critério de verdade. Então , senhor secretário Marco Tebaldi e toda equipe ( que assina o cartão)uso , conforme o direito constitucional que me cabe ,a liberdade de dirigir-lhe a palavra para desejar-lhe que no ano de 2012 haja mais comprometimento e mais ação para revisão de práticas verticalizadas de gestão , corrigindo posturas de assédio moral no interior das escolas e na SED, haja pressão para o cumprimento das promessas de campanha do Governo que o senhor defende, haja cumprimento dos acordos feitos na greve de 90% do magistério, haja reformas e construção de mais unidades para atendimento do EF e médio, haja reestatização da EEB Lúcia Mayvorner, eleição direta para diretores de escolas , valorização do magistério com salário digno , carreira e concurso público de ingresso , política de evasão escolar , política de combate á violencia , fim dos decretos e normativas que cortam a autonomia da comunidade escolar , fim da politica de fechamento de escolas, dialógo de fato e não monologo, investimento real nas escolas, reestatização da alimentação escolar , interrupção do processo de municipalização ,interrupção do processo de tercerização das serventes ( concurso público para serventes e merendeiras) ,enfim , senhor Tebaldi , meus votos para que o senhor haja em respeito as leis e direitos de estudantes , familiares e trabalhadores em educação deste Estado . Assim , com certeza , teremos um 2012 mais digno e feliz , garantindo a toda população a educação de qualidade que ela merece por direito e os profissionais em educação terão um ano de mais valorização e dignidade!”

    Postado por Mestre MÔA……………………… …………………”MMPC” Movimento do Magistério Público Catarinense…NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA/cORRUPTORA!!!

  43. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!……………….#
    …….Pro Van D… diz: dezembro de 2011

    Não sei como meu e-mail chegou nas mãos do nobre engenheiro sanitarista…

    Sei que respondi para ele, da seguinte forma:

    Não sei se lerá a minha resposta, mas será dada mesmo assim!

    – Em SC, a cidadania está cada vez mais longe, pois já não há qualidade na educação…
    – Conhecimento? Nem nosso chefe o possui. Político de profissão, não sabe nada sobre educação!
    – Falar em diálogo? Com quem? Sobre o quê? Não há diálogo em uma ditadura!
    – No meu lar não reina a paz, pois minha profissão foi ao chão em 2011.

    Secretário, minha esperança é colhas o que plantastes ao longo de 2011… Terás, assim, um 2012 inesquecível… Nós, professores, não esquerecemos jamais os ataques que recebemos…. Que tudo volte para você, da mesma forma que foi para nós… Aqui se faz, aqui pagarás!
    … “Teubalde”, inimigo da educação!”DESgoverno S.C.”
    …”MMPC” NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA/cORRUPTORA!!!

  44. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!………………#
    gua c san diz:dezembro de 2011

    Muito melhor deixar, que o Ministerio Publico e o Poder Judiciario, cumpram os seus Ritos Processuais. Do que intecorrer com,temas e textos previsionais. Isso não é bom, nem para a cultura politica e tampouco para a cultura opinativa politica. Tantas motivações avidas, e por haver, muitas com passagem por filtros que são contumazes, desde que fui menino e hoje sou sexagenario. Por favor, o bom jornalismo serve ao aprimoramento ou ao desaprimoramento. O que que é isso? Pesquisa da revista Veja e do Núcleo de Estudos sobre o Congresso da Universidade do Rio de Janeiro? Quem montou essa pesquisa especialmente para a Veja, ver com os seus olhos e tentaculos? A veja pode até ser e “ter” tecnologicamente de ¨ponta¨ em DeskTopPlublishing. Mas?
    (desde Bahamas Hotel Montevideo)
    …”MMPC” NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA/cORROPTORA!!!

  45. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA!!!………………….#
    …….Val.Ter diz: 27 de dezembro de 2011

    É para \”elles\” o que obtiveram na pesquisa na \”tal pesquisa\” e o \”tal brasi\” moderno e competitivo\” ou seja nada para o POVO, nada para o TRABALHADOR, nada para o Pequeno Empresario, na da para as CLASSES Menos Favorecidas pela essência que \”elles\” pregam e acreditam, \”capitalismo cruel e avassalador\” ou melhor destrutivo para grande maioria das PESSOAS ou seja o POVO e benéfico a \”ellite”/…; por esta razão parlamentares do PSOL, PT, PCdoB e outros que não estejam \”alinhados com \”elles”/ não podem aparecer nesta pesquisa… uma pergunta que não quer calar dos citados o que efetivamente fizeram para reduzir: a miséria; a desiqualdade social; a diferença entre o maior e menor salario no PAIS; a destruição do \”Meio Ambiente\”; a insegurança… e também acabar com a tal \”direito de poucos\” contra o DIreito de TODOS ou seja a falta de ética, moral e respeito Humano e Demogratico pertpetuados pelo \”legislativo\” e assegurado pelo \”judiário”/…diga qual. Agora luta pelo Ético, Moral e a verdadeira DEMOGRACIA não serão jamais por \”elles\” ou poe \”aquelles\” que os \”Defedem e Protegem\”…
    …”MMPC” Movimento do Magistério Público Catarinense NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA cORRUPTORA!!!

  46. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!………………..#
    …….Lui Hein diz: dezembro de 2011

    Ainda prefiro a classificação feita pelo DIAP, como os 100 Cabeças do Congresso, mas gosto é gosto, e dependendo de quem faz a pesquisa, pode até ser que Colombo e seu Desgoverno seja considerado um dos melhores…
    Enfim, critérios são critérios…
    Para quem interessar, segue o link do DIAP …
    http://www.diap.org.br …..
    Boa consulta…
    #
    …….Rud rius diz:dezembro de 2011

    Qual será a nota de Jorginho mellÔ como presidente da assembléia(APOSENTADORIA S.A.) de SC das falcatruas de PavãO e a isenção de bilhões de impostos, pelo tirano ex DESgovernadÔ Luiz(AFUNDA NAVIO) com o famoso fundo social, prejudicando todos os serviços sociais essenciais de SC como Saúde, Segurança e Educação.
    #
    …….Wald Mar diz: dezembro de 2011

    O ano de 2011 não poderia terminar sem uma boa piada. Duvido quem não riu ao ler isso no DC de hoje! Só o Moacir mesmo para divulgar isso. Ainda mais vindo da Veja! Só falta LHS ser considerado o melhor governador junto com Pavan, Pinho, Colombo. NUNCA VI NADA DESSE INDIVíDUO! Alguém viu?
    #
    …….Jo Sants diz: dezembro de 2011

    Pelo quantidade de comentários \’favoráveis\’ esse cara deve ser uma bisca de primeira!…”Ô DESgovernô!!!”
    …”MMPC” NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA/cORRUPTORA!!!

  47. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!………………..

    passado/presente/futuro!?

    …….Alm.Élvr diz: dezembro de 2011

    …Andr acf fez um resumo bem interessante para a executiva do Sinte. Tomara que eles leiam!

    Pois o DESgovernadô que é “amigo”, tem coração, esqueceu de ler o texto da LEI do Piso do Magistério Público, especificamente o artigo quarto:

    Art. 4o A União deverá complementar, na forma e no limite do disposto no inciso VI do caput do art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias e em regulamento, a integralização de que trata o art. 3o desta Lei, nos casos em que o ente federativo, a partir da consideração dos recursos constitucionalmente vinculados à educação, não tenha disponibilidade orçamentária para cumprir o valor fixado.
    § 1o O ente federativo deverá justificar sua necessidade e incapacidade, enviando ao Ministério da Educação solicitação fundamentada, acompanhada de planilha de custos comprovando a necessidade da complementação de que trata o caput deste artigo.
    § 2o A União será responsável por cooperar tecnicamente com o ente federativo que não conseguir assegurar o pagamento do piso, de forma a assessorá-lo no planejamento e aperfeiçoamento da aplicação de seus recursos.

    …………………Ou demonstra a sua “falsidade” ou a sua “ignorância”.Pois 25% da arrecadação (16bilhões) + Fundeb(2bilhões) é pouco para manter a Educação do Estado de Santa Catarina?
    Cumprir as leis da Educação não é com o DESgovernô do Estado mesmo!!!
    O que vai “quebrar” as Prefeituras é essa política de municipalização!!!…….VERGONHA É POUCO!!!……….
    …”MMPC”>>>>>>>NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA/cORRUPTORA!!!

  48. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!……………….
    …….CNTE aguarda correção do PISO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO para 2012……. (22% EM JANEIRO DE 2012)

    Após algumas semanas de intensas reuniões com Parlamentares, Lideranças do Congresso e Ministros ligados à Presidência da República, a CNTE conseguiu obstruir a tramitação do projeto de lei, aprovado pela Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados, que visava “congelar” o valor de compra do piso do magistério. Assim, para 2012, a atualização do PSPN continua vinculada ao custo aluno do Fundeb que, segundo parecer da Advocacia Geral da União, seguido pelo MEC nos dois últimos anos, ficará em torno de 22%.

    A contraditória e lamentável decisão da CFT/Câmara, tomada sob pressão de “governadores” e “prefeitos”, frustrava totalmente os Desígnios de Valorização do Magistério PÚBLICO, sobretudo da meta 17 do Plano Nacional de Educação. E isso corroborou a aceitação, por parte da presidência da Câmara dos Deputados, do recurso da deputada Fátima Bezerra (PT-RN) solicitando a revisão da votação da CFT. O mesmo, por sua vez, só poderá ser apreciado no próximo ano.

    Mesmo com a vitória parcial, a CNTE aguarda, até o final deste ano, a divulgação do novo valor do piso nacional do Magistério PÚBLICO, que servirá de referência mínima para os vencimentos iniciais das Carreiras dos Profissionais com formação de Nível Médio. Para a formação de nível Superior, a Confederação recomenda a aplicação de 50% sobre a remuneração concedida ao Nível Médio, na carreira do MAGISTÉRIO PÚBLICO.

    Durante as negociações com o Governo Federal e as lideranças no Congresso, ficou decidida ainda a instalação de mesa de negociação para debater a implantação do Piso e da Carreira nos Estados e Municípios, com representações de Governadores, Prefeitos, MEC e Trabalhadores da Educação. Esse espaço deverá servir também para dirimir as dúvidas sobre a correta forma de aplicação dos recursos educacionais e, acima de tudo, convencer os gestores de que só haverá Educação de Qualidade com Profissionais Valorizados… ……………………..”MMPC”>>>NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA/cORRUPTORA!!!

  49. …AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA JÁ!!!…………………Paralisação nacional vai cobrar cumprimento do Piso Nacional do Magistério PÚBLICO!!!

    Em reunião do Conselho Nacional de Entidades da CNTE, ocorrida na última sexta-feira (16), foi decidida a realização de uma Greve Nacional na primeira quinzena de MARÇO DE 2012, para exigir o cumprimento da “LEI Nacional do Piso do Magistério PÚBLICO”, além do investimento de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na Educação DO POVO BRASILEIRO, NA FORMAÇÃO DE UMA NAÇÃO DE TODOS BRASILEIROS E BRASILEIRAS… …….Assista ao vídeo. (CNTE)…….
    .”MMPC”Movimento do Magistério Público Catarinense. …NA LUTA CONTRA A cORJA cORRUPTA/cORRUPTORA!!!

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